Confira tudo o que você precisa saber sobre Dermatologia Estética no conteúdo de hoje!
A Dermatologia Estética é uma das áreas que mais cresce no Brasil e no mundo.
Conforme um estudo realizado pela Grand View Research, o mercado global de Medicina Estética deve crescer até 14,5% entre 2022 e 2030.
Além disso, o Brasil é o segundo país que mais realiza procedimentos estéticos não-cirúrgicos no mundo, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), perdendo apenas para os Estados Unidos nesse quesito.
Os números confirmam que a área é promissora. E você também pode fazer parte dela.
Confira tudo o que você precisa saber sobre Dermatologia Estética no conteúdo de hoje!
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O que é a Dermatologia Estética
A Dermatologia Estética, Dermatologia Cosmética, Dermatologia Cosmiátrica ou Dermatologia Estética e Cosmiatria é uma ramificação da Dermatologia voltada para a clínica, cirurgia e tratamentos cosméticos da pele em geral.
Ao contrário do que muitos pensam, apesar do nome, a área não é voltada apenas à beleza ou à estética de pacientes, podendo também ser voltada para a realização de cirurgias de pequeno e médio porte, diagnóstico de doenças de pele e identificação de disfunções sistêmicas que se manifestam na mesma.
É claro que a Dermatologia Estética também cuida da autoestima de pacientes e procura melhorar a aparência de suas peles, deixando-as mais bonitas, sem manchas, rugas, melasmas, descamações, entre outros, a depender do tipo de tratamento realizado.
No entanto, vale ressaltar que, antes de ser um dermatologista estético, o profissional é também um dermatologista clínico, o que o chancela na hora de avaliar a saúde do maior órgão do corpo humano, a pele, e seus anexos.
“O primeiro passo é realmente buscar cursos de excelência acadêmica, como é o caso da nossa Pós-graduação em Dermatologia Estética e Cosmiatria, onde a gente dá o melhor conteúdo, o mais atualizado, o mais científico e com o melhor corpo docente. Além disso, buscar também workshops e congressos nacionais e internacionais que abordam tecnologias inovadoras. Fazer essa imersão na anatomia facial e corporal, avaliando os diferentes tipos de peles, fototipos, as diferentes peculiaridades étnicas envolvidas em cada face também é essencial”, explica a médica dermatologista, especialista em Dermatologia Clínica, Estética e Cirúrgica, e professora da Afya Educação Médica, Dra. Lourena Costa.
Dermatologia Estética x Dermatologia Clínica
A principal diferença entre um dermatologista estético e um dermatologista clínico reside nas áreas de especialização e foco de suas práticas.
O dermatologista clínico é especializado em diagnosticar e tratar uma ampla gama de condições e doenças da pele, cabelo e unhas, como acne, psoríase, eczema, infecções, câncer de pele, entre outras.
Ele pode realizar procedimentos médicos, como biópsias, remoção de lesões suspeitas, tratamento de infecções cutâneas e manejo de doenças crônicas da pele.
Já o dermatologista estético, além de possuir a formação clínica básica, se especializa em procedimentos voltados para melhorar a aparência estética da pele, como preenchimentos, toxina botulínica (botox), peelings químicos, laser, tratamentos de rejuvenescimento e remoção de cicatrizes.
Ah! E ele também pode realizar pequenas cirurgias estéticas, como a remoção de sinais, manchas e outras irregularidades da pele por motivos estéticos.
Seu objetivo principal, assim, é melhorar a aparência da pele, com foco na estética, enquanto o objetivo principal do dermatologista clínico é a saúde e o tratamento de possíveis patologias da pele.
Principais procedimentos da Dermatologia Estética
O dermatologista estético está capacitado para realizar uma série de tratamentos e procedimentos, como peeling; limpeza de pele; aplicação de luz intensa pulsada a laser para depilação, tratamento da celulite e outros; e aplicação de toxina botulínica (botox) para tratar rugas e para hiperidrose.
Fora isso, preenchimento facial, procedimentos em lesões cutâneas benignas, correções de cicatrizes, manchas e marcas de sol, e remoções de tatuagens, além de procedimentos a laser, também estão inclusos no seu hall de procedimentos mais comuns.
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) afirma que o procedimento mais buscado, geralmente, é o de aplicação de toxina botulínica.
Em 2018, ela correspondeu a quase 96% dos procedimentos estéticos não cirúrgicos mais realizados.
”Eu utilizo muito a toxina botulínica para soltar as linhas mímicas faciais dos meus clientes, para tratamento clínico propriamente dito como hiperhidrose, bruxismo, cefaleia crônica, tensional, para rigidez, pós-AVC… São preenchimentos faciais que a gente retorna o volume perdido da face, a gente reestrutura tecido, remodela rosto, traz realmente jovialidade para o rosto do paciente”, indica a Dra. Lourena Costa.
A médica ainda completa:
“Tem também os peelings, os bioestimuladores de colágeno faciais e corporais, as terapias regenerativas, as células-tronco, os preenchimentos íntimos femininos e masculinos, o rejuvenescimento íntimo, o clareamento íntimo… Enfim, trabalho com todas essas áreas e amo cada uma delas com as suas peculiaridades e as suas bioaplicabilidades”.

Procedimentos devem ser realizados apenas por médicos dermatologistas
A pele, em especial a do rosto, é muito sensível e suscetível a lesões, alergias e infecções.
Desta maneira, utilizar produtos certificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é um primeiro passo para que a saúde da pele dos pacientes não corra nenhum tipo de risco maior.
Com tantos casos alarmantes de pacientes que ficaram com as peles prejudicadas para o resto de suas vidas e até mesmo com o caso da morte do empresário Henrique Chagas, em São Paulo, após a inalação de fenol, vale ressaltar a importância de apenas médicos dermatologistas realizarem os procedimentos.
Em 2022, a Segunda Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região decidiu anular os efeitos de uma resolução do Conselho Federal de Farmácia (CFF), que concedia aos farmacêuticos a autorização para realizar técnicas de natureza estética e utilizar recursos terapêuticos nessa área.
Desta maneira, atualmente, somente dermatologistas estão autorizados a realizar procedimentos como laserterapia, cosmetoterapia, luz intensa pulsada, ultrassom estético e realização de peelings químicos e mecânicos.
“Se eu pudesse dar três dicas para quem quer ingressar nessa área, seriam: 1) Estudar com paixão, porque é uma área maravilhosa, cada vez que você mergulha nela você se apaixona mais. Não é só mexer com beleza, é mexer com saúde, com equilíbrio do ser humano; 2) Praticar a escuta ativa. Cada paciente tem uma história, tem uma queixa, cada paciente é único nas suas proporções. Então, criar tratamentos personalizados, que realmente façam a diferença naquele caso em específico, eu acho que é primordial; e 3) Se conectar com outros profissionais que sejam referências na área. Eu acho que networking é tudo. E a troca de ideias e experiências pode enriquecer demais a prática do profissional”, recomenda a professora da Afya Educação Médica, Dra. Lourena Costa.
Dermatologia Estética e mercado de trabalho
Quem escolhe se especializar em Dermatologia Estética tem um mercado extenso a explorar pela frente.
Sua rotina e possibilidades de atuação não são muito diferentes de um dermatologista clínico, podendo o profissional atuar em hospitais públicos ou privados e em consultório próprio, com mais tranquilidade e sem a correria de plantões, por exemplo.
Isso porque grande parte dos atendimentos de um dermatologista é ambulatorial, e não emergencial.
Também pode atuar na indústria cosmética, em clínicas dermatológicas ou empresas farmacêuticas e de manipulação, além de instituições de ensino como preceptor, pesquisador ou professor.
O salário pode variar de acordo com a experiência e região onde o profissional atua.
Apesar de não existirem informações precisas quanto ao ganho médio desta área da Dermatologia na internet, de acordo com o site Vagas, a média salarial para um médico dermatologista no Brasil é de R$ 10.674,00.
As últimas tendências da Dermatologia Estética e Cosmiatria
“As últimas tendências na área cosmiátrica, a meu ver, têm o seu foco na harmonização facial, onde a ideia é buscar cada vez mais a simetria e a naturalidade - o famoso Quiet Beauty, né? A beleza silenciosa, aquele momento que você faz algo no rosto e você fica muito mais belo, mais harmônico… Às vezes aquele amigo de longa data te encontra, olha pra você, vê que você tá melhor, que tá mais belo, mas não sabe identificar aonde foi que você mexeu. A ideia eu acho que é por aí. Além disso, o uso das tecnologias, né, como, por exemplo, os ultrassons micro e macrofocados, lasers de última geração que estão super em alta. Fora os procedimentos minimamente invasivos, como é o caso, por exemplo, das enxertias faciais que utilizam células-tronco de gordura, que pra mim é algo muito inovador”, explica Costa.
Atue em um mercado em constante expansão
O mercado da Dermatologia Estética e Cosmiatria não para de crescer e a Afya Educação Médica conta com um curso de pós-graduação para quem quer se especializar na área e ter um destaque ainda maior na carreira médica.
Com conhecimentos atualizados sobre Anatomia, Fisiologia e técnicas avançadas de avaliação e tratamento, seu programa é abrangente e permite, ao profissional, o domínio de procedimentos estéticos modernos e de tecnologias de ponta, como:
- Preenchimento íntimo;
- Toxina botulínica básica e avançada;
- Preenchimentos dérmicos (faciais e corporais);
- Bioestimuladores (faciais e corporais);
- Medicina regenerativa;
- Entre outros.
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