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Gestão financeira para médicos recém-formados: 15 dicas essenciais

Gestão financeira para médicos recém-formados: 15 dicas essenciais

A gestão financeira para médicos aplicada no dia a dia do consultório ou clínica — que obviamente reflete em suas finanças pessoais —, é fundamental para garantir um gerenciamento mais eficiente das suas finanças, e, com isso o amplo controle do seu fluxo de caixa.

Por isso, conhecer as melhores dicas, incluindo o uso de ferramentas para isso, possibilita a construção de uma carreira mais sustentável, seja para os médicos em início de carreira, seja para os mais experientes.

No artigo a seguir, você entenderá a importância da gestão financeira para médicos recém-formados, além de 15 dicas fundamentais de gestão para você utilizar em seu consultório. Boa leitura!

Qual é a importância de uma boa gestão financeira no início da carreira médica?

Manter o controle das finanças do consultório logo no início da carreira é crucial para quem deseja evitar acumular dívidas, gastos excessivos e ainda garantir a condução correta do seu consultório, que é um "empreendimento na área da saúde". E, como todo negócio, requer uma gestão eficiente.

De uma maneira geral, convém afirmar que a gestão financeira para médicos leva em consideração conceitos comuns a outros empreendimentos, por exemplo: o controle eficaz do estoque de itens de uso comum da clínica, como itens de almoxarifado, o fluxo de caixa, as notas fiscais, além dos conceitos mais específicos relacionados ao bom atendimento aos clientes/pacientes.

Quais as melhores dicas para fazer um controle financeiro eficiente?

Nas linhas a seguir, você verá 15 sugestões imperdíveis para você fazer o seu controle financeiro no início de carreira, bem como projetar o futuro a médio e a longo prazo.

1. Separar contas pessoais das contas do consultório

Uma dica fundamental na realização da gestão financeira eficiente para os médicos é entender a importância de separar as contas pessoais das contas do consultório. A inexperiência de alguns médicos recém-formados pode resultar na não separação entre estas despesas.

Isso, aliás, é muito comum entre profissionais de saúde que montam consultórios ou clínicas particulares, sobretudo porque na graduação tais profissionais não recebem nenhum treinamento em gestão.

O resultado são as complicações para conduzir a empresa, gerando gastos desordenados, e a dificuldade de manter em equilíbrio o fluxo de caixa. No entanto, quando conseguem separar suas despesas, gerenciar e manter a saúde financeira do consultório fica muito mais fácil.

2. Entender seu capital de giro

Muitíssimo falado por quem entende de finanças, mas pouco conhecido por quem não é da área, o capital de giro deve passar a fazer parte dos pensamentos de quem pretende abrir um negócio próprio, inclusive, um consultório médico.

Então, vamos à definição: capital de giro é a diferença entre o dinheiro disponível em caixa e a soma das despesas que devem ser pagas. Desta forma, vamos à seguinte situação: você tem R$ 500.000,00 em caixa e suas despesas mensais são de R$ 350.000,00. Subtraindo os custos do valor em caixa, você tem R$ 150.000,00, que é o seu capital de giro. Se você souber gerir esse valor, o seu consultório conseguirá se manter no mercado.

3. Ter autocontrole nos gastos pessoais

Você, certamente, passou uma boa parte da sua juventude estudando, seja para o vestibular de Medicina, seja para a Residência Médica. Essa realidade muito comum na carreira pode levar a um hábito prejudicial ao chegar na vida adulta, apesar dos salários médicos, inclusive iniciais, serem altos se comparado a outras profissões.

Isso porque, quando estão formados e passam a exercer a profissão, a tendência é querer recuperar o tempo perdido e, assim, gastar todo o dinheiro conquistado rapidamente. Uma dica para aprender a gastar o seu dinheiro com mais responsabilidade é pensar em quanto do seu suor você empregou para ganhar esse dinheiro.

Portanto, invista em educação financeira e aprenda a gastar com mais responsabilidade. Separada uma parte da renda para investimentos, você pode também separar uma porcentagem para lazer e itens não essenciais. E o mesmo vale para o seu negócio: invista primeiro nas necessidades para, aos poucos, gastar com uma estética mais sofisticada, por exemplo.

4. Identificar todas as suas fontes de receita

Você sabe quais são as fontes de receita da sua clínica médica? É claro que a principal resposta da maioria dos médicos será: os pagamentos dos pacientes! No entanto, você precisa descobrir de que forma tais pagamentos são feitos. Ou seja, eles podem acontecer de diversas formas, como por meio de:

  • Parcelamentos (comum para médicos que fazem procedimentos clínicos mais custosos);
  • Receita dos convênios médicos;
  • À vista em dinheiro;
  • Por cartão de débito;
  • Por cartão de crédito.

Vamos a um exemplo? Se um paciente fizer um pagamento de R$ 1.200,00 e decidir parcelar em três vezes, você não poderá assumir que, naquele instante, todo esse valor entrou em sua conta, mas sim que você receberá R$ 400,00 por três meses consecutivos.

Em um primeiro momento, pode até parecer que esta é uma diferença pequena, porém, sem esse controle disciplinado, é comum acreditar que há um dinheiro em caixa que não existe. Uma dica é começar fazendo esse mesmo exercício para as suas finanças separando as receitas geradas na clínica, nos plantões e com investimentos.

5. Manter o controle do fluxo de caixa

O fluxo de caixa permite ao médico descobrir quais são as entradas e saídas dos recursos da clínica. Além disso, possibilita a análise de detalhes como impostos para médicos e quais gastos são prioritários em determinados momentos.

Dessa forma, tudo deve ser anotado e registrado separadamente como contas da clínica, desde a compra de um computador ou aparelho utilizado em consultas. Em sua planilha do fluxo de caixa do consultório podem constar os itens:

  • Salários de funcionários;
  • Pagamentos de fornecedores;
  • Manutenção de equipamentos;
  • Gastos com viagens a trabalho;
  • Gastos com marketing;
  • Impostos e tributos;
  • Recebimentos.

Além disso, demais procedimentos que auxiliam no registro do fluxo de caixa do consultório devem ser listados, como a quantidade de pacientes atendidos, e dos que cancelaram a consulta.

6. Escolher o regime tributário ideal

Essa dica não pode ficar de fora e torna-se mais imprescindível com o crescimento da sua clínica. Assim, procurar uma contabilidade é fundamental. Além disso, dê preferência àquelas que tenham experiência na área médica.

Tais profissionais podem auxiliar os médicos na escolha do melhor regime tributário segundo as características da clínica médica. Dessa maneira, você ficará seguro com o seu negócio regularizado e, de preferência, pagando as menores taxas e impostos legalmente possíveis. Convém mencionar que existem advogados tributaristas que também são especializados na área da saúde e, assim, são ideais para o seu consultório.

7. Analisar seus relatórios financeiros com softwares

Fazer análises financeiras frequentes é uma atitude importante da gestão da sua clínica e, para uma dedicação eficaz a esse tipo de responsabilidade, é preciso gerar relatórios eficientes e de forma automatizada por meio do seu software médico.

Assim, ao invés de gastar seu tempo com relatórios, você estará investindo sua energia para analisá-los, ajudando você a entender quais são as mudanças que precisam ser feitas na clínica ou para descobrir como otimizar os resultados esperados.

É a partir desse tipo de análise que se torna possível descobrir quais são os procedimentos que trazem os maiores lucros e quais convênios são mais utilizados. A partir desse conhecimento será possível definir as melhores metas.

Um exame de meta atingível, por exemplo, é aumentar o lucro líquido de sua clínica em 15% por meio de determinados procedimentos, a serem identificados por você. Para alcançar esse objetivo, é muito provável que você precise definir um plano de marketing médico capaz de agregar valor para os pacientes e, com isso, atrair mais pacientes para o seu consultório.

8. Apostar na terceirização de serviços

Antes de mais nada, lembre-se de que a sua expertise é em Medicina. Com isso, terceirizar os outros assuntos é fundamental, pois uma clínica médica pode precisar de serviços de manutenção, marketing e contabilidade, como já mencionado.

Uma dica é avaliar os custos de terceirizar tais serviços e pesquisar os que oferecem a melhor relação custo-benefício. Além disso, contar com agências e escritórios pode ser muito mais vantajoso do que fazer a contratação de profissionais internamente, que devem estar sempre à disposição da clínica.

9. Investir em infraestrutura e atendimento eficientes

Ao organizar eficientemente o orçamento e seus recursos, o médico em início de carreira é capaz de desenvolver um ambiente mais confortável para os seus pacientes na recepção do consultório. Isso inclui comprar cadeiras de espera mais ergonômicas e aconchegantes (a espera pela consulta poderá parecer menor), instalar um ar-condicionado para a consultório não ficar abafada, instalar uma televisão para os seus pacientes se distraírem enquanto esperam para serem atendidos.

É claro que, como mencionamos anteriormente, os gatos iniciais devem focar nos itens essenciais. No entanto, com um bom planejamento financeiro, é possível prever e alocar recursos para aumentar o conforto, como uma forma de fidelizar os pacientes e ter, então, uma receita mais previsível.

10. Apostar em uma equipe qualificada

Um bom trabalho de gestão financeira permite que os recursos sejam utilizados da melhor maneira possível e, assim, possam ser empregados para montar uma equipe qualificada, independentemente do seu tamanho. De qualquer maneira, ter uma recepcionista para atender as ligações, marcar consultas dos pacientes, organizar registros de atendimentos, além de outras funções, é uma das primeiras contratações a serem feitas.

Além disso, vale muito a pena adotar um sistema de atendimento online, a partir de softwares que guardam dados de pacientes, entre várias outras funções que possam deixar de serem feitas manualmente. Assim, tudo torna-se mais eficiente e menos suscetível a erros.

11. Organizar o atendimento

Este passo exige muita organização por parte do gestor. Isso porque, uma gestão financeira de um consultório médico que gere resultados positivos (como ter mais pacientes, por exemplo e menos desistências) depende, também, da forma como os pacientes são atendidos.

Para que isso seja possível, mantenha tudo perfeitamente organizado, utilizando agendas, investindo no treinamento dos colaboradores e estabelecendo canais que permitem a interação com seus seguidores das redes sociais.

Além disso, um atendimento eficiente leva em consideração as expectativas dos pacientes ao entrarem no seu consultório. Duas delas são as mais importantes:

1. Informações precisas

Deixe claro aos pacientes que quaisquer dúvidas que eles tiverem, poderão ser respondidas de maneira clara e objetiva durante a consulta e, para alguns pacientes e a depender da sua especialidade (como os obstetras, por exemplo), deixe seu contato para urgências e emergências.

2. Agilidade no atendimento

É comum ouvir uma expressão: "o médico pode atrasar, o paciente não". No entanto, todo médico também foi, é e um dia também será um paciente. E acredite, você que tem um dia a dia muito corrido não gostará de esperar. Da mesma forma, os seus pacientes também podem ter compromissos importantes — incluindo precisar voltar ao trabalho no mesmo dia.

Por isso, evite se atrasar para a sua primeira consulta, pois isso gerará um efeito dominó e todas as próximas atrasarão. Para que isso fique mais fácil, comece a atender pacientes apenas no horário que sabe que conseguirá chegar ao consultório.

Além disso, adotar métodos que otimizem os atendimentos e as consultas é fundamental. A depender da sua especialidade, vale a pena contratar um auxiliar de enfermagem para fazer uma triagem prévia para aferição de pressão, pesar, fazer um eletrocardiograma (se você for cardiologista), entre outros pré-atendimentos.

12. Reservar um valor para equipamentos imprescindíveis

Independentemente da especialidade do médico, alguns equipamentos são fundamentais para começar a trabalhar, como um aparelho de pressão com a máxima precisão possível. Os clínicos gerais, por exemplo, não precisam de muito mais do que este equipamento, um estetoscópio, palitos de maneira para examinar a garganta, uma maca, uma escadinha etc.

Já outras especialidades, como os oftalmologistas, por exemplo, precisam de vários equipamentos para a realização dos mais diversos exames, sendo o oftalmoscópio, imprescindível. Além disso, reserve uma quantia para a manutenção repor estes equipamentos, caso de parem de funcionar.

13. Ter metas e objetivos claros

Uma gestão financeira para médicos realmente eficiente permite determinar quais são as metas e os objetivos que a clínica visa atingir a curto e a longo prazo. Algumas formas de estabelecer metas para sua clínica são:

Descreva as metas detalhadamente

Tenha sempre em mente que quanto mais detalhadas forem as metas almejadas, mais nítidas serão as suas ações para alcançá-las.

Divida as metas em grandes e pequenas

Dessa forma, fica muito mais simples definir quais são as suas prioridades, além do tempo necessário para alcançá-las. O tempo para cumprir os prazos são proporcionais ao tempo para cumprir as metas, sendo que as menores podem ser cumpridas em prazos mais curtos e as maiores em um tempo mais longo.

Acompanhe o progresso das metas

Assim que você determinar quais as metas serão utilizadas em sua clínica, é preciso descobrir quais são os resultados que elas vão gerar a curto, médio e longo prazo. Dessa forma, você conseguirá saber o que funciona ou não.

14. Utilizar ferramentas e softwares

A tecnologia é para todos, inclusive para os médicos. Hoje em dia, há diversos softwares disponíveis no mercado voltados para o gerenciamento financeiro.

Vale mencionar, por exemplo, o Excel, uma ferramenta muito conhecida há tantos anos e, além de ser de fácil utilização, tem tudo para organizar e agilizar a gestão financeira para médicos. A ferramenta permite criar planilhas com cronogramas e tabelas, além de ser capaz de efetuar operações matemáticas para calcular, receitas, custos e investimentos de forma segura e precisa.

15. Investir em capacitação contínua

É, meu caro doutor ou doutora, a educação continuada para médicos costuma envolver a área de saúde, certo? Em geral sim.

No entanto, para a sua saúde financeira convém buscar se capacitar também nos conhecimentos das áreas relacionadas aos métodos e ferramentas de gestão, além dos indicadores mais eficientes para você. Entre os indicadores mais usados estão os que seguem!

ROI

O Retorno sobre Investimento, ou simplesmente ROI, nada mais é do que um indicador de rentabilidade, que aponta se um investimento foi ou não rentável. Ou seja, é imprescindível!

Payback

O Payback aponta qual é o tempo que demora para que o lucro líquido de um investimento seja igual ao valor investido. Ou seja, é o famoso tempo de retorno do investimento.

VPL

O Valor Presente Líquido  (VPL) corresponde aos pagamentos futuros já descontando uma taxa de custo de capital. Na prática, ele projeta os fluxos de caixa que estarão associados a determinados investimentos. Em seguida, ele traz os valores obtidos para o tempo presente para descobrir quanto o dinheiro vale atualmente.

Utilizando estes três indicadores você já sai na frente na maioria no que diz respeito a finanças para médicos!

Quais são os 3 erros de gestão financeira médica que devem ser evitados?

Acima, você conferiu as melhores dicas de gestão financeira para médicos recém-formados. Já nas linhas a seguir, você vai conferir os três erros financeiros que o médico que acabou de montar seu consultório deve evitar. Acompanhe!

1. Aumentar os gastos assim que começa a trabalhar

Muitos médicos começam a dar muitos plantões e a "ver o dinheiro entrar com maior frequência" e, com isso, começa a gastar mais do que deve, se comprometendo com parcelas mensais altas e somadas a outras parcelas. Muitos até se comprometem fazendo empréstimos para comprar os mais variados itens.

Com isso o novo médico que passa a levar uma vida de alto padrão, torna-se dependente dela. No entanto, ele se esquece que, embora esteja ganhando bem, também estará acumulando boletos e parcelas de empréstimos.

Por isso, espere aumentar os gastos de forma gradual e evite a se comprometer com financiamentos longos no início da sua carreira. Em vez disso, poupe o valor recebido para poder gastar depois e, muitas vezes, obtendo descontos com prazos menores ou pagamentos à vista.

2. Investir mal o dinheiro

A grande maioria dos médicos têm uma vida muito corrida, sendo difícil, por exemplo, sobrar tempo para entender o mercado financeiro e estudar as finanças. Com isso, vários profissionais fazem más escolhas de investimento. Os principais erros são:

  • Deixar todo o seu dinheiro aos cuidados de um gerente de banco;
  • Comprar um carro novo pensando tratar-se de um investimento;
  • Comprometer mais de 30% de sua renda comprando imóveis;
  • Deixar toda a reserva na poupança.

Convém mencionar que a poupança oferecidos pelos bancos geralmente resulta em menores retornos do que uma carteira de investimentos diversificada e planejada adequadamente.

Com relação aos automóveis novos, eles perdem cerca de 30% do seu valor assim que saem da concessionária. Assim, se você decidir mesmo, pela compra de um carro zero, é bom saber que não se trata de um investimento, mas sim de um gasto. Portanto, convém deixar para fazer essa aquisição quando já estiver estabelecido profissionalmente.

Uma dica fundamental: atualmente há vários cursos de gestão financeira voltados para profissionais de saúde que ajudam a aprender o básico para tomar as melhores decisões relacionadas ao seu patrimônio.

3. Pensar que o futuro está garantido

Muitas pessoas acreditam que todos os médicos ficarão ricos e, assim, financeiramente estáveis. Com isso em mente, muitos médicos não fazem um planejamento a longo prazo, como se a fonte de dinheiro fosse inesgotável.

Muitos desses médicos passam a dar muitos plantões, prejudicando a sua qualidade de vida e o atendimento ao paciente. Além disso, a formação de médicos aumentou exponencialmente nos últimos anos e, com isso, também aumentou a competição pelos postos de trabalho mais concorridos.

Para evitar se frustrar, o ideal é fazer um planejamento financeiro eficiente para o longo prazo. Além disso, convém não se acomodar com as boas remunerações dos plantões e investir na sua formação depois da formatura, fazendo Residência, Pós-graduações e sempre mantendo uma educação continuada. O resultado é o aproveitamento das melhores oportunidades, seja trabalhando em consultório próprio, seja prestando serviços para os hospitais mais requisitados.

Qual é a importância do planejamento financeiro durante toda a carreira?

Ainda que você esteja no início da sua jornada como médico, é fundamental pensar na sua carreira a longo prazo. Por isso, separamos algumas dicas nesse sentido. Confira!

  • Previsibilidade: fazer projeções que permitam prever situações financeiras a curto, médio e longo prazo e os custos necessários para elas é a base de um bom planejamento financeiro;
  • Eficiência: planejando as suas finanças, você reduzirá custos e riscos, ao mesmo tempo em que consegue potencializar os resultados esperados. Ou seja, o seu negócio se tornará mais eficiente e, com isso, o retorno financeiro obtido tenderá a ser melhor;
  • Controle: com um bom planejamento torna-se mais simples administrar as suas finanças, já que você poderá contar com indicadores que avaliam se os objetivos traçados estão sendo alcançados ou se é necessário fazer ajustes no seu plano;
  • Proteção para o futuro: desde o início do planejamento financeiro, é preciso fazer uma reserva de emergência para momentos em que você não puder trabalhar. Felizmente, há instrumentos que para a proteção do seu patrimônio, como os seguros. Com isso, é possível evitar que quaisquer imprevistos prejudiquem as suas metas;
  • Flexibilidade: se você conseguir alcançar maior previsibilidade e segurança financeira, será proporcionalmente mais fácil rever ou mesmo mudar o que você planejou para a sua carreira como médico. Acredite! Um planejamento financeiro eficaz será seu aliado nesta mudança.

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Neste artigo, você viu a importância e de um médico recém-formado conseguir fazer a gestão das suas finanças. Em seguida, você viu as melhores dicas para fazer uma gestão financeira para médicos de forma eficiente. Esperamos que você aproveite nossas sugestões e seja muito bem sucedido em sua carreira de Médico.

Um tema tão importante como este merece ser lido por todos. Por isso, compartilhe o artigo em suas redes sociais e receba muitas curtidas e comentários positivos.