8 doenças comuns em crianças | Afya Educação Médica

29/4/2025
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O período da infância é caracterizado por uma maior suscetibilidade a várias doenças, especialmente aquelas causadas por vírus e bactérias.

A infância é uma fase marcada pelo crescimento, desenvolvimento e aprendizado, mas as crianças também enfrentam desafios relacionados à saúde. Conhecer essas condições é fundamental para que pais, responsáveis e cuidadores possam agir de maneira proativa na promoção da saúde infantil.

De acordo com relatório da Divisão de População da Organização das Nações Unidas (ONU), o número de indivíduos entre 0 e 14 anos representa, atualmente, 25% da população mundial. Assim, com aproximadamente 2 bilhões de crianças no mundo, distribuídas por diversas regiões, a saúde infantil torna-se uma preocupação global.

As condições de saúde variam, e os pequenos enfrentam desafios como resfriados, gripes e doenças mais sérias. É essencial compreender as principais doenças para adotar medidas preventivas e garantir o bem-estar dessa população.

Neste artigo, vamos explorar oito doenças comuns em crianças, oferecendo informações sobre causas, sintomas, fatores de risco, tratamentos e medidas preventivas.

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1. Caxumba

A caxumba é causada pelo vírus Paramyxovírus, da família Paramyxoviridae. A infecção ocorre principalmente por meio de gotículas de saliva ou contato direto com objetos contaminados.

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Sintomas

Os sintomas característicos incluem inchaço doloroso das glândulas salivares, febre, dor ao mastigar, fraqueza e, em alguns casos, dor no ouvido.

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Fatores de risco

A falta de imunização adequada é um fator de risco significativo. Além disso, o contato próximo com pessoas infectadas e a participação em aglomerações aumentam o risco de contrair a doença.

Diagnóstico

O diagnóstico da caxumba é geralmente clínico, baseado nos sintomas e no exame físico. Em alguns casos, exames laboratoriais, como a detecção do vírus na saliva ou sangue, podem ser realizados para confirmar o diagnóstico.

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Tratamento

O tratamento da caxumba é principalmente sintomático. Isso envolve repouso, analgésicos para aliviar a dor e reduzir a febre, e compressas frias ou quentes para aliviar o inchaço das glândulas salivares. Em casos mais graves, pode ser necessário tratamento hospitalar.

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Prevenção

A prevenção eficaz do vírus Paramyxovírus ocorre por meio da cobertura vacinal. A vacina tríplice viral, que protege contra caxumba, sarampo e rubéola, é administrada geralmente na infância, com reforços em diferentes idades.

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2. Sarampo

O sarampo é causado pelo vírus Morbillivirus, pertencente à família Paramyxoviridae. A transmissão ocorre pelo contato com secreções respiratórias de uma pessoa infectada, seja pelo ar, seja por contato direto.

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Sintomas

Os sintomas característicos do sarampo incluem febre alta, manchas vermelhas na pele (exantema maculopapular), tosse, coriza e conjuntivite. A erupção cutânea geralmente se espalha do rosto para o resto do corpo.

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Fatores de risco

A falta de imunização é o principal fator de risco para contrair o sarampo. Além disso, viagens para áreas com surtos aumentam significativamente a vulnerabilidade, especialmente em indivíduos não vacinados.

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Diagnóstico

O diagnóstico do sarampo é principalmente clínico, baseado nos sintomas característicos. Exames de sangue podem ser realizados para confirmar a presença do vírus. A detecção de anticorpos específicos também pode apoiar o diagnóstico.

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Tratamento

Não há tratamento específico para o sarampo. O suporte ao paciente inclui repouso, hidratação adequada e, em casos mais graves, cuidados hospitalares. Antibióticos podem ser prescritos se houver infecções secundárias.

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Prevenção

A vacina tríplice viral é a principal medida de prevenção contra o sarampo. Ela é administrada em duas doses, geralmente na infância, proporcionando imunidade duradoura. Manter a imunização em dia contribui significativamente para a erradicação e controle da doença.

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3. Catapora

A catapora é causada pelo vírus Varicela-zóster, da família Herpesviridae. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com as lesões cutâneas de uma pessoa infectada ou pelo ar, ao tossir ou espirrar.

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Sintomas

Os sintomas característicos da catapora incluem erupções cutâneas que se desenvolvem em manchas vermelhas e, subsequentemente, em bolhas cheias de líquido. A coceira é intensa, acompanhada de febre e mal-estar geral.

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Fatores de risco

A falta de imunização é um fator de risco significativo para contrair catapora. Além disso, o contato próximo com pessoas infectadas aumenta consideravelmente os riscos de transmissão.

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Diagnóstico

O diagnóstico da catapora é geralmente clínico, baseado nos sintomas característicos e na aparência das lesões. Em casos duvidosos, exames laboratoriais como a reação em cadeia da polimerase (PCR) podem ser realizados para confirmar a infecção.

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Tratamento

O tratamento da catapora é principalmente sintomático, com ênfase no alívio da coceira e desconforto. Antivirais podem ser prescritos em certos casos, especialmente em pacientes de alto risco. Manter a pele limpa e cortar as unhas curtas ajuda a prevenir infecções secundárias causadas pela coceira excessiva.

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Prevenção

A vacinação é fundamental na prevenção da catapora. A vacina varicela-zóster é geralmente administrada em duas doses durante a infância, proporcionando imunidade duradoura e reduzindo a gravidade da doença em casos de infecção.

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4. Rubéola

A rubéola é causada pelo vírus Rubivirus, pertencente à família Togaviridae. A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias liberadas quando uma pessoa infectada tem tosse ou espirra. O vírus pode permanecer no ambiente por um curto período.

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Sintomas

Os sintomas da rubéola podem incluir inchaço dos gânglios linfáticos, manchas avermelhadas na pele (exantema), febre baixa e, em alguns casos, dores articulares. É frequentemente uma doença leve e, em alguns casos, pode até ser assintomática.

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Fatores de risco            

O principal fator de risco associado à rubéola é a complicação que pode ocorrer se uma mulher grávida, não imunizada, contrair a infecção. Isso aumenta significativamente o risco de defeitos congênitos no feto, resultando na síndrome da rubéola congênita.

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Diagnóstico

O diagnóstico da rubéola é geralmente clínico, com base nos sintomas apresentados pelo paciente. Exames de sangue também são frequentemente realizados para detectar a presença de anticorpos específicos, confirmando a infecção.

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Tratamento

Não há tratamento específico para a rubéola, e a infecção geralmente se resolve por conta própria. O tratamento visa aliviar os sintomas, como febre e desconforto.

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Prevenção

A prevenção é crucial, especialmente para mulheres em idade fértil, por meio da vacinação. A vacina tríplice viral, que inclui proteção contra a rubéola, é uma medida eficaz na prevenção da infecção e suas complicações.

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5. Meningite

A meningite pode ser causada por diversos agentes infecciosos, incluindo vírus, bactérias, fungos ou parasitas. Entre as causas mais comuns, destacam-se as bactérias Neisseria meningitidis e os vírus do grupo enterovírus. A transmissão ocorre geralmente por meio de gotículas respiratórias ou contato direto com fluidos corporais de uma pessoa infectada.

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Sintomas

Os sintomas típicos da meningite incluem febre, rigidez no pescoço, dor de cabeça intensa e, em casos graves, convulsões. Além disso, pode haver sensibilidade à luz (fotofobia) e confusão mental. Os sintomas podem se desenvolver rapidamente e exigem atenção pediátrica urgente.

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Fatores de risco

Os fatores de risco para contrair meningite incluem a exposição a pessoas infectadas, falta de imunização, condições que comprometem o sistema imunológico, como HIV/AIDS, e aglomerações, como em dormitórios ou acampamentos.

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Diagnóstico

O diagnóstico de meningite se baseia, principalmente, na análise do líquido cefalorraquidiano, obtido por meio de uma punção lombar. Além disso, exames de sangue e exames de imagem, como a tomografia computadorizada (TC) ou a ressonância magnética (RM), também podem ser realizados para avaliar a extensão da infecção.

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Tratamento

O tratamento da meningite varia conforme a causa. Para a meningite bacteriana, antibióticos são essenciais e devem ser administrados rapidamente. No caso da meningite viral, o tratamento é principalmente de suporte, focado no alívio dos sintomas.

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Prevenção

A prevenção da meningite é possível por meio da vacinação. Vacinas específicas estão disponíveis para prevenir a meningite bacteriana causada por Neisseria meningitidis e Streptococcus pneumoniae.

Além disso, a vacina contra o vírus do sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral) também oferece proteção contra algumas formas de meningite viral. É fundamental seguir o calendário de vacinação recomendado, especialmente em grupos de maior risco, como crianças e adolescentes.

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6. Coqueluche

A coqueluche é causada pela bactéria Bordetella pertussis, uma bactéria que afeta as vias aéreas. A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias liberadas ao tossir ou espirrar.

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Sintomas

A doença geralmente inicia com sintomas semelhantes aos do resfriado, como coriza, tosse leve e febre. Entretanto, evolui para uma tosse intensa, muitas vezes acompanhada por um som característico ao inspirar, conhecido como "tosse convulsa". Em bebês, a tosse pode ser menos evidente, mas episódios de apneia (pausa na respiração) podem ocorrer.

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Fatores de risco

Bebês não vacinados são particularmente vulneráveis à coqueluche, pois ainda não desenvolveram imunidade. Além disso, a imunidade conferida pela vacinação diminui ao longo do tempo, aumentando o risco em adolescentes e adultos não revacinados.

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Diagnóstico

O diagnóstico da coqueluche envolve uma avaliação clínica cuidadosa, considerando os sintomas apresentados. Em alguns casos, o médico pode solicitar testes laboratoriais, como a PCR (reação em cadeia da polimerase), para confirmar a presença da bactéria.

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Tratamento

O tratamento da coqueluche geralmente envolve o uso de antibióticos, como a azitromicina, para reduzir a gravidade dos sintomas e diminuir a transmissão da bactéria. O tratamento é mais eficaz quando administrado nas fases iniciais da doença. Além do tratamento, a prevenção por meio da vacinação é crucial.

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Prevenção

A vacinação é a medida mais eficaz para prevenir a coqueluche. A vacina contra a coqueluche faz parte das vacinas combinadas administradas na infância, como a DTPa (contra difteria, tétano e coqueluche acelular). Reforços são recomendados na adolescência e na idade adulta para manter a imunidade. As gestantes também são aconselhadas a receber a vacina para proteger os recém-nascidos.

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7. Resfriado e gripe

Ambas são infecções respiratórias causadas por diferentes vírus. O resfriado comum pode ser desencadeado por vários tipos de vírus, incluindo rinovírus, enquanto a gripe é causada pelo vírus influenza.

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Sintomas

Os sintomas do resfriado comum incluem congestão nasal, dor de garganta e tosse. Já a gripe apresenta sintomas mais intensos, como febre, fadiga, dores musculares e dores nas articulações.

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Fatores de risco

Crianças, idosos e pessoas com condições médicas subjacentes, como doenças cardíacas ou pulmonares, diabetes e sistema imunológico enfraquecido, têm maior risco de complicações, especialmente em casos de gripe.

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Diagnóstico

O diagnóstico muitas vezes é clínico, baseado nos sintomas apresentados. No entanto, em situações específicas, especialmente para a gripe, testes laboratoriais, como a reação em cadeia da polimerase (PCR), podem confirmar a presença do vírus.

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Tratamento

O tratamento para o resfriado comum e a gripe é, principalmente, focado no alívio dos sintomas. Isso envolve descanso, ingestão adequada de líquidos e o uso de medicamentos para aliviar desconfortos, como analgésicos e antitérmicos. Em situações de gripe mais intensa, antivirais podem ser recomendados em alguns casos para diminuir a gravidade da doença.

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Prevenção

A prevenção é fundamental, especialmente para a gripe. A vacinação anual contra a gripe é recomendada, pois ajuda a prevenir a infecção e reduzir a gravidade dos sintomas em caso de contágio. Medidas de higiene, como lavagem frequente das mãos e evitar contato próximo com pessoas doentes, são essenciais para prevenir ambas as infecções.

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8. Infecções de ouvido e garganta

Essas infecções são frequentemente causadas por bactérias ou vírus. Na faringite estreptocócica, o Streptococcus pyogenes é uma causa comum, enquanto as infecções de ouvido podem ser provocadas por diferentes bactérias, como Streptococcus pneumoniae e Haemophilus influenzae, ou vírus, como o vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus.

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Sintomas

Dor intensa, irritação e dificuldade ao engolir são comuns na faringite estreptocócica. Já as infecções de ouvido podem causar dor no ouvido, perda de audição temporária e febre.

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Fatores de risco

Crianças, especialmente aquelas que frequentam creches, estão mais suscetíveis a infecções de ouvido e garganta. A exposição ao fumo passivo também aumenta o risco.

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Diagnóstico

O diagnóstico envolve um exame clínico detalhado. Na faringite estreptocócica, a garganta pode ser raspada para análise laboratorial, enquanto infecções de ouvido são diagnosticadas com um otoscópio, um instrumento que permite a visualização do canal auditivo e do tímpano.

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Tratamento

Antibióticos são frequentemente prescritos para infecções bacterianas, como a faringite estreptocócica. Já infecções virais são tratadas de forma sintomática, com repouso e analgésicos. Em casos crônicos de infecções de ouvido, pode-se considerar a cirurgia para drenagem do ouvido, especialmente em casos de otites recorrentes.

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Prevenção

A prevenção inclui medidas como lavagem regular das mãos, especialmente em ambientes com grande circulação de pessoas.

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A saúde infantil é uma responsabilidade compartilhada entre pais, cuidadores e profissionais de saúde. Conhecer as doenças comuns em crianças é o primeiro passo para proteger os pequenos e promover seu bem-estar.

A vacinação, as práticas de higiene e a atenção aos sintomas são fundamentais para criar um ambiente saudável e garantir um futuro robusto para as próximas gerações. Para mais informações sobre a saúde infantil e cuidados médicos, siga as diretrizes de organizações de saúde confiáveis.

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