Conheça os remédios para ansiedade mais usados

Em um mundo onde o ritmo acelerado e as demandas diárias parecem intermináveis, não é surpresa que tantos procurem remédios para ansiedade. Mas você já se perguntou quais são os mais utilizados? Ou por que são tão procurados?

Os transtornos mentais apresentaram um aumento significativo no país, principalmente durante o período da pandemia. Por isso, é importante se manter informado para que você possa prescrever as melhores opções de tratamento e de remédios para ansiedade para os seus pacientes.

Neste artigo, forneceremos um guia completo sobre a ansiedade, apontando algumas possíveis opções de tratamento. Boa leitura!

Veja um panorama da saúde mental no Brasil

Nos últimos anos, o Brasil vivencia um aumento significativo nos casos relacionados à saúde mental, principalmente após a pandemia da Covid-19. Com isso, um dado alarmante é a crescente procura por remédios para ansiedade.

Conforme o Conselho Federal de Farmácia, entre 2019 e 2022, houve um incremento de 36% nas vendas de medicamentos psiquiátricos no território brasileiro. E os estados que mais contribuíram para esse aumento foram: Bahia, Paraíba e Maranhão.

Algumas das doenças mentais mais comuns no país são:

Saiba o que é o Transtorno de Ansiedade Generalizada

O Transtorno de Ansiedade Generalizada, também conhecido como TAG, é uma condição caracterizada por preocupações excessivas, persistentes e muitas vezes irracionais sobre situações cotidianas. Muitas vezes, elas podem ser tão intensas e avassaladoras que interferem na vida diária do indivíduo, prejudicando suas atividades e relacionamentos.

Diferente das preocupações normais que todos nós experimentamos, o TAG é uma condição médica legítima. Com isso, é essencial compreender que pessoas com esse transtorno não conseguem simplesmente "desligar" suas ansiedades ou "se acalmar" por conta própria. Elas podem se sentir constantemente à beira de um colapso, com sintomas físicos como tensão muscular, dores no corpo, suor excessivo e palpitações.

Além disso, é comum que os indivíduos com esse problema se sintam exaustos. Afinal, viver em um estado constante de preocupação demanda uma energia significativa. No entanto, apesar dessa exaustão, muitos têm dificuldade em dormir, pois seus pensamentos continuam em espiral, mesmo quando tentam descansar.

Conheça as suas causas

Entender as causas da ansiedade é uma etapa fundamental para o manejo e o tratamento adequados. Afinal, por meio desse reconhecimento, é possível buscar soluções mais direcionadas e eficazes, abrindo caminho para uma vida mais tranquila e equilibrada. A seguir, apresentamos os principais fatores que podem dar origem ao problema. Acompanhe!

Genética e hereditariedade

Se alguém na família tem um histórico de ansiedade, as chances de o seu paciente desenvolver o problema podem aumentar bastante. Afinal, não se trata apenas de “estar no sangue”, mas sim de como o DNA pode influenciar a predisposição a certos desequilíbrios químicos no cérebro.

Química cerebral

Desequilíbrios nos neurotransmissores, substâncias que transmitam sinais entre os neurônios, podem afetar a regulação do humor. Quando esses mensageiros químicos não funcionam adequadamente, a ansiedade pode surgir. Dessa forma, algo tão microscópico pode ter efeitos grandiosos na vida do paciente.

Experiências de vida

Traumas, abusos ou experiências negativas passadas podem desencadear reações ansiosas no futuro. Além disso, eventos estressantes, como a perda de um ente querido ou pressões constantes no trabalho, são potenciais gatilhos que podem resultar em quadros de ansiedade. O acúmulo de pequenos estresses diários, como trânsito ou prazos, também pode contribuir para o surgimento da doença.

Doenças físicas e condições médicas

Não é apenas a mente, mas o corpo também pode contribuir para o surgimento do TAG. Condições médicas, como problemas de tireoide ou arritmias cardíacas, muitas vezes disfarçam os sintomas da ansiedade. Assim, é essencial descartar causas físicas antes de concluir que o problema do seu paciente é puramente psicológico.

Estilo de vida e hábitos pessoais

A cafeína e o açúcar podem até parecer inofensivos. Porém, quando consumidos em excesso, são capazes de acelerar o ritmo cardíaco e desencadear a ansiedade. Além disso, a falta de sono adequado e o consumo excessivo de álcool também são fatores que podem agravar a situação.

Veja os sintomas

Os sintomas da ansiedade são multifacetados, abrangendo o mental, o físico e o comportamental. E reconhecê-los é crucial para que o paciente busque a ajuda adequada e trilhe um caminho em direção ao seu bem-estar. Confira, a seguir, os principais sintomas combatidos pelos remédios para ansiedade!

Manifestações mentais

A mente é poderosa e, na pessoa ansiosa, ela emite alguns sinais. Preocupações constantes e intrusivas frequentemente dominam os seus pensamentos. Por vezes, ela sente um medo inexplicável ou uma sensação de que algo terrível vai acontecer. Com isso, a concentração diminui, e os pensamentos tendem a circular, tornando-se quase obsessivos.

Sintomas físicos

A pessoa ansiosa não sofre apenas com sintomas mentais. Pelo contrário, sensações físicas como palpitações cardíacas e uma aceleração no ritmo de batimentos são comuns. Além disso, sudorese excessiva, tremores e a sensação de asfixia podem se manifestar. Muitos pacientes também relatam um nó no estômago ou uma tensão muscular persistente. Tudo isso prejudica a sua qualidade de vida e deve ser avaliado durante o atendimento.

Distúrbios do sono

O sono é reparador e essencial para repor as energias. Contudo, a ansiedade pode torná-lo um desafio. Afinal, a insônia, os despertares noturnos frequentes ou sonhos perturbadores podem ocorrer em uma mente ansiosa. E quando o paciente sofre com o problema e não consegue dormir, os sintomas se intensificam ainda mais, prejudicando o seu bem-estar.

Alterações de humor

A instabilidade emocional é notável em pessoas ansiosas. Irritabilidade, impaciência e uma sensação constante de estar "à beira de um ataque de nervos" são frequentes. Além disso, sentimentos de desesperança ou tristeza podem surgir, tornando a distinção entre ansiedade e depressão por vezes nebulosa.

Comportamentos de esquiva

Muitas pessoas que sofrem de ansiedade tendem a evitar situações ou lugares que possam desencadear os sintomas da doença. Para elas, a socialização pode ser algo bastante desafiador. E o isolamento pode ser uma consequência não intencional, mas muito comum nesses indivíduos.

Confira os fatores de risco

Entender os fatores de risco é essencial para a correta prescrição dos medicamentos para ansiedade adequados e para a promoção da saúde e bem-estar dos seus pacientes. A partir dessa compreensão, você pode orientá-los quanto às medidas preventivas e indicar as intervenções mais adequadas. Veja, a seguir, os principais!

Genética e ambiente

Se os familiares sofreram com ansiedade, o risco do paciente desenvolver a doença pode ser maior. Isso acontece não apenas pelo DNA, mas também pelo ambiente compartilhado.

Experiências traumáticas

As lembranças podem ocasionar diversas feridas emocionais nas pessoas. Além disso, os traumas, sejam da infância ou mais recentes, podem desencadear crises de ansiedade. Por isso, vítimas de abuso, seja físico ou emocional, frequentemente enfrentam esse problema. Dessa forma, um passado tumultuado pode criar um presente ansioso.

Durante a consulta, converse com o paciente e veja se existem algumas situações traumáticas que podem estar desencadeando as crises.

Saúde física e condições médicas

O corpo tem suas histórias. Doenças cardíacas, problemas de tireoide ou desequilíbrios hormonais, por exemplo, podem mascarar ou intensificar a ansiedade. Com isso, desvendar a origem dos sintomas torna-se um desafio ainda maior.

Estresse contínuo

Se o paciente tem uma rotina cheia de estresse e preocupações, é importante orientá-lo quanto aos riscos inerentes a esse estilo de vida. Afinal, pressões profissionais, problemas financeiros ou desafios pessoais quando persistentes agem como combustível para a ansiedade, além de outras doenças.

Uso de determinadas substâncias

Bebidas e drogas têm dois lados. Enquanto podem oferecer alívio momentâneo, intensificam os riscos a longo prazo. A cafeína em excesso ou o consumo regular de álcool, por exemplo, desequilibram a mente. Assim, o que parece solução pode se tornar problema. Por isso, é importante conscientizar os seus pacientes durante as consultas para que eles evitem o consumo dessas substâncias de maneira excessiva.

Traços de personalidade

Alguns indivíduos com personalidades mais introvertidas, pessimistas ou com baixa autoestima, podem ser mais suscetíveis a sofrerem com a ansiedade. Afinal, cada mente é única e as pessoas têm os seus próprios desafios diários.

Descubra os seus principais agravantes

A ansiedade, embora natural até certo ponto, pode ser agravada por diversos fatores. Reconhecê-los e entendê-los é o primeiro passo para administrar e, eventualmente, reduzir seus impactos. Acompanhe!

Eventos de vida importantes

Mudanças significativas como casamento, nascimento de um filho, ou um novo emprego, ocasionam grandes transformações no dia a dia. No entanto, esses eventos podem atuar como gatilhos, intensificando sentimentos de insegurança ou medo do desconhecido. Assim, momentos felizes podem, paradoxalmente, acentuar a doença.

Isolamento e solidão

Estar sozinho pesa e a falta de interação social ou o sentimento de deslocamento muitas vezes agravam a ansiedade. Dessa forma, o ser humano, essencialmente social, quando privado de conexões, pode se sentir desamparado e ansioso.

Pressão sociocultural

Vivemos em tempos acelerados e a incessante busca por perfeição, impulsionada pelas redes sociais e padrões culturais, coloca uma pressão imensa sobre as pessoas. Com isso, a necessidade de se encaixar e de ser "bom o suficiente" pode ser um dos agravantes de uma mente ansiosa. Por isso, é importante investigar esses fatores para fazer a prescrição dos remédios para ansiedade corretos para cada paciente.

Problemas financeiros

Dívidas, desemprego ou insegurança financeira são fontes potenciais de ansiedade. Além disso, o constante equilíbrio entre necessidades e recursos pode ser um campo fértil para preocupações.

Saúde comprometida

Quando o corpo falha, a mente responde. Enfrentar doenças, sejam crônicas ou agudas, inevitavelmente exacerba os níveis de ansiedade. Afinal, a incerteza e o medo associados aos problemas de saúde podem se tornar companheiros constantes.

Substâncias estimulantes

O que desperta, às vezes, perturba. Café, energéticos, certos medicamentos ou drogas recreativas têm o poder de intensificar os sintomas ansiosos. E os seus efeitos, embora possam parecer benéficos a curto prazo, podem ter repercussões preocupantes.

Veja as opções de tratamento para ansiedade

Existem diversos remédios para ansiedade disponíveis no mercado. Porém, além dessas intervenções medicamentosas, o paciente pode optar pela realização de outros tipos de tratamento. Acompanhe!

Terapia

O ser humano é complexo. São tantas emoções, pensamentos e sentimentos vivenciados diariamente que, muitas vezes, é difícil ter clareza diante das situações. E é aí que entra a importância de ter o acompanhamento de um terapeuta.

A Terapia Cognitivo-Comportamental, um termo técnico que pode soar estranho, é uma forte aliada das pessoas que sofrem com ansiedade. Nessa abordagem, o paciente é convidado a revisitar seus padrões de pensamento. Junto a um profissional capacitado, ele os desconstrói e reconstrói de maneira mais saudável. E o resultado é uma visão de mundo renovada. Ao se compreender melhor, o indivíduo consegue enfrentar seus medos. Porque a cura, muitas vezes, começa de dentro para fora.

Além disso, a terapia oferece um espaço seguro. Um local onde é permitido se despir de julgamentos, revelar angústias, compartilhar anseios e, por meio desse exercício, encontrar alívio de dores e problemas.

Mudanças de hábito

Você já parou para pensar em como a rotina impacta a saúde mental? Como você se alimenta, dorme e até se movimenta influencia no seu bem-estar.

A boa notícia é que pequenas alterações no dia a dia podem gerar grandes resultados. Começar o dia com um café da manhã equilibrado, por exemplo, ou estabelecer uma rotina de sono consistente. Dessa forma, corpo e mente agem em harmonia, contribuindo para a sua maior qualidade de vida.

A atividade física também é uma forte aliada para a mente ansiosa. Não estamos falando necessariamente de horas na academia. Uma caminhada ao ar livre, o contato com a natureza ou até mesmo alongamentos em casa podem fazer toda a diferença. Isso porque o exercício, além de liberar endorfinas (neurotransmissores relacionados ao prazer), age como válvula de escape. É uma chance de liberar tensões e, com isso, a ansiedade encontra menos espaço para se instalar.

Portanto, durante a consulta, oriente os seus pacientes adotarem um estilo de vida mais saudável. Assim, eles conseguem evitar o TAG e também outras doenças.

Meditação

A meditação, embora seja uma técnica milenar, nunca foi tão contemporânea. Afinal, em um mundo tão agitado e barulhento, encontrar um oásis de calma é revolucionário.

Ao meditar, a você explora o seu mundo interior, desacelera a mente e se reconecta com a sua essência. E esse processo, embora simples, é profundamente transformador. Porque quando você se conhece, ganha força. E a ansiedade, nesse contexto, se torna menos ameaçadora.

O mindfulness, ou atenção plena, é uma das técnicas mais populares. Consiste em estar completamente presente, absorvendo o momento sem julgamentos. E essa prática, quando incorporada regularmente, muda as perspectivas de qualquer pessoa. Além disso, os problemas, vistos sob essa lente, assumem proporções mais gerenciáveis.

O melhor de tudo é que a meditação não requer equipamento, lugares especiais ou habilidades. Ela pede apenas vontade e, com dedicação, torna-se uma ferramenta poderosa contra diversos transtornos mentais.

Conheça os principais remédios para ansiedade

A farmacologia oferece uma gama de opções no combate à ansiedade, como: antidepressivos, ansiolíticos e betabloqueadores. Porém, cada medicamento tem suas peculiaridades e efeitos. Por isso, você deve conscientizar os seus pacientes de que o uso deve ser sempre supervisionado por um profissional de saúde, que pode avaliar a melhor opção para cada caso. Conheça, a seguir, as principais opções de remédios para ansiedade disponíveis no mercado!

Antidepressivos

Os antidepressivos, apesar do nome, não são usados apenas para tratar a depressão. Eles atuam no equilíbrio dos neurotransmissores cerebrais, substâncias químicas que afetam o humor e outras funções cerebrais.

São indicados para transtornos mentais como ansiedade, depressão e até mesmo para certos tipos de dores crônicas. Após uma análise detalhada do paciente, você poderá identificar se essa opção é a mais adequada para cada caso.

Alguns prós desses remédios para ansiedade que podem ser destacados são:

  • melhoria do humor;
  • redução dos sintomas da doença;
  • alívio da dor, em alguns casos.

Já os contras estão relacionados ao tempo necessário para os seus efeitos serem percebidos, assim como os possíveis efeitos colaterais como:

  • ganho de peso;
  • insônia;
  • fadiga;
  • problemas sexuais.

Alguns dos medicamentos mais comuns nessa categoria são:

  • Fluoxetina (ISRS): pertencente aos Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina, essa droga regula o humor e alivia sintomas da doença. Em geral, é bem tolerada, mas efeitos como ganho de peso ou disfunção sexual podem ocorrer;
  • Venlafaxina (IRSN): pertence ao grupo de Recaptação de Serotonina e Noradrenalina, com ação sobre dois neurotransmissores. A sua eficácia se estende desde quadros depressivos a variados transtornos de ansiedade. Contudo, é relevante monitorar o risco de hipertensão em doses mais elevadas;
  • Amitriptilina (ADT): faz parte do grupo dos Antidepressivos Tricíclicos. Embora tenha um espectro de ação efetivo, seu impacto em diversos sistemas de neurotransmissão pode levar a efeitos colaterais como sonolência e constipação;
  • Fenelzina (IMAO): faz parte do grupo dos Inibidores da Monoaminoxidase, e são menos comuns hoje em dia, mas ainda têm sua relevância. O cuidado aqui recai sobre potenciais interações, especialmente alimentares, que podem desencadear episódios de hipertensão.

Ansiolíticos

Os ansiolíticos atuam no sistema nervoso central, proporcionando uma sensação de relaxamento. Por isso, são frequentemente usados para tratar os sintomas do TAG. Esses remédios para ansiedade são indicados para quem sofre com essa doença ou situações agudas de estresse.

Podemos destacar como um dos pontos positivos desses medicamentos o seu efeito rápido, proporcionando alívio em situações de pânico ou estresse intenso. Porém, eles podem ocasionar dependência, sonolência e, se usados em excesso, podem levar a problemas respiratórios.

Um dos grupos mais conhecidos de ansiolíticos são os benzodiazepínicos. Eles atuam no sistema nervoso central, potencializando a ação do GABA, neurotransmissor com propriedades inibitórias. Alguns dos remédios para ansiedade mais prescritos nesta categoria são:

  • Diazepam: com meia-vida prolongada, é frequentemente utilizado em transtornos de ansiedade generalizada;
  • Alprazolam: de ação mais rápida e meia-vida mais curta, é indicado para crises agudas de ansiedade e transtorno de pânico;
  • Clonazepam: além da ansiedade, é prescrito para distúrbios convulsivos.

Betabloqueadores

Os betabloqueadores, geralmente associados ao manejo de problemas cardíacos, também têm sua função no tratamento para ansiedade. Eles impedem a ligação de certas substâncias químicas, como a adrenalina, aos receptores no coração.

Frequentemente, são prescritos para pessoas que enfrentam ansiedade de desempenho, como artistas ou oradores. E um dos seus pontos positivos é a redução dos sintomas físicos da doença, como tremores e palpitações.

Porém, assim como os demais remédios para ansiedade, pode apresentar alguns efeitos colaterais como:

  • cansaço;
  • mãos frias;
  • depressão ou insônia, em alguns casos raros.

Alguns dos remédios para ansiedade dentro do grupo dos betabloqueadores são:

  • Propranolol: suas indicações clássicas incluem hipertensão e angina, mas seu uso off-label engloba o controle de sintomas físicos do TAG, como tremores e palpitações;
  • Atenolol: tem uma seletividade maior para os receptores beta-1. Além disso, ele é comumente indicado para tratar hipertensão. No entanto, ou seja, em doses adequadas e contextos específicos, ele também pode atuar no controle de sintomas da ansiedade;
  • Metoprolol: esse agente, usado principalmente para hipertensão e insuficiência cardíaca, também pode ser considerado no manejo da ansiedade. Diferentemente do atenolol, ele tem propriedades lipofílicas, o que pode impactar sua distribuição no organismo.

Em resumo, ao considerar os remédios para ansiedade, é crucial fazer uma avaliação clínica minuciosa. Você deve pesar a eficácia do medicamento contra o perfil de efeitos colaterais e potencial de dependência.

Combinar essa avaliação com uma compreensão atualizada dos avanços farmacológicos garante uma abordagem terapêutica otimizada e centrada no paciente. Dessa forma, você consegue promover não apenas o alívio sintomático, mas uma melhoria global na qualidade de vida da pessoa acometida pela doença.

Veja a importância de se manter atualizado

No universo em constante evolução da Medicina, permanecer no mesmo lugar é um luxo que você não pode se dar. Isso é particularmente verdade quando se trata de remédios para ansiedade. Mas por que essa atualização contínua é tão crucial?

Avanço na ciência

Primeiro, essa doença não é uma experiência uniforme. Ela se manifesta de formas distintas em diferentes pessoas e, com isso, a abordagem terapêutica deve ser igualmente diversificada. Novos remédios e tratamentos estão sempre sendo descobertos. E, muitas vezes, apresentam eficácia superior ou menos efeitos colaterais que os anteriores.

Opções personalizadas

Além disso, cada paciente é único. Assim como suas reações aos medicamentos. Ao manter-se atualizado sobre os últimos remédios para ansiedade, você pode oferecer opções personalizadas. Afinal, o que pode ser uma dádiva para um paciente pode não ser tão eficaz para outro. Ao conhecer um leque mais amplo de opções, você tem mais ferramentas para encontrar a solução perfeita.

Confiança

Há, ainda, um componente de confiança em jogo. Os pacientes confiam em seus médicos para guiá-los pelo melhor caminho. Dessa forma, quando você demonstra um profundo conhecimento sobre as opções mais recentes, reforça a confiança do paciente em seu julgamento.


Invista na sua atualização profissional!

No panorama atual dos remédios para ansiedade, é evidente a evolução contínua dos mecanismos de ação e perfis farmacocinéticos. Com isso, a importância de uma análise aprofundada e crítica dos dados disponíveis torna-se primordial para a prática clínica.

Dessa forma, ao prescrever uma intervenção farmacológica, você não deve apenas considerar a eficácia imediata, mas também os avanços e limitações emergentes da literatura científica. Assim, a tomada de decisão clínica beneficia-se de uma abordagem integrada, buscando não apenas a remissão sintomática, mas também um entendimento mais amplo das implicações e inovações associadas ao tratamento da ansiedade.

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