11 pós-graduações médicas para você conhecer

A medicina é uma área do conhecimento que passa por constantes avanços. Isso faz com que um médico, praticamente, não possa deixar de estudar e se aprimorar durante toda sua vida, com risco de ter sua atuação e carreira comprometidas.

A residência médica é hoje a opção mais procurada por médicos que querem se aprofundar em alguma especialidade. No entanto, existem outras opções para quem deseja continuar aprendendo, e as pós-graduações médicas são uma delas.

Além do retorno profissional e financeiro, buscar uma pós-graduação é uma forma de auxiliar a sociedade por meio da carreira escolhida. Quando feita em uma instituição de qualidade, supre possíveis déficit da graduação original e amplia o conhecimento de forma completa, inserindo um profissional muito mais qualificado no mercado e melhorando o atendimento médico do país.

Mas, afinal, quais são as principais pós-graduações médicas existentes? Quais são as áreas de atuação possíveis para aqueles que as escolherem? Continue a leitura e confira a resposta para essas e outras questões.

O que é uma pós-graduação médica?

Por se tratar de uma modalidade em expansão em nosso país, a pós-graduação médica é cercada de dúvidas, especialmente para os recém-saídos da universidade. Ela é uma excelente maneira de adquirir conhecimentos, tanto práticos como teóricos, acerca de uma área específica da medicina.

Além disso, auxilia na preparação do profissional para as futuras provas de título da AMB (Associação Médica Brasileira), que garantem o título de especialização.

As aulas práticas são bastante proveitosas, por serem voltadas especificamente para a área estudada, sem necessariamente lidar com casos que não farão parte do dia a dia do futuro profissional. Já a teoria é bastante aprofundada e fornece o conhecimento necessário durante os atendimentos.

Quais são as principais diferenças entre a pós-graduação e a residência médica?

Ambas modalidades são atualmente reconhecidas pelo MEC (Ministério da Educação) e são boas alternativas para quem busca dar o próximo passo na carreira e atuar em uma área diferente. No entanto, é possível criar um paralelo entre elas e mencionar algumas semelhanças e diferenças que podem interferir na escolha da melhor alternativa.

Uma das principais diferenças entre as modalidades está na concessão do título de especialista. Aqueles que finalizam a residência médica saem como especialistas ao final dela. Já o pós-graduado, se quiser este título, terá que fazer uma prova de títulos e habilidades. Contudo, ele precisa atender a alguns requisitos para participar do teste, como tempo mínimo de atuação na área pretendida.

E é aqui que a pós-graduação pode tornar-se um grande diferencial: a carga horária das aulas, em alguns casos, serve como complemento do tempo de atuação exigido. Outro ponto que diferencia os dois programas diz respeito ao acesso: as vagas para a residência médica são extremamente escassas, o que não ocorre ainda no caso da pós-graduação. Por fim, vale lembrar que nada impede que as duas modalidades sejam cursadas, formando médicos ainda mais preparados para o mercado de trabalho.

Quais são as principais pós-graduações médicas?

É possível cursar uma pós-graduação em várias áreas da medicina. Confira, a seguir, algumas delas, suas principais atribuições e saiba um pouco mais sobre as suas grades curriculares:

1. Alergologia

De acordo com dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), obtidos por meio de pesquisas, cerca de 35% dos brasileiros sofre com algum tipo de alergia. Em um país de proporções continentais, como é o caso do Brasil, esse número abrange mais de 70 milhões de pessoas.

Pensando nisso, é fácil observar a importância da alergologia, área responsável pelo estudo, prevenção, diagnóstico e tratamento de alergias. Além disso, está intimamente interligada com outras áreas, como a otorrinolaringologia, o que a torna uma ótima opção de complementação de currículo. As principais atribuições do alergologista incluem a identificação e tratamento de doenças relacionadas a processos alérgicos, como asma, urticárias, reações a drogas e alimentos, dermatites e poluentes.

Por isso, a grade curricular da pós-graduação em alergologia inclui matérias essenciais para a compreensão do sistema imunológico, como:

  • imunologia;
  • imunoterapia;
  • imunodeficiências;
  • extratos alergênicos;
  • anafilaxia;
  • dermatite atópica;
  • rinite e conjuntivite alérgicas;
  • alergias alimentares;
  • urticárias físicas;
  • alergia ao látex;
  • reações ao contraste iodado;
  • fisiologia respiratória;
  • poluentes inalatórios;
  • alergias em idosos e gestantes.

O médico pós-graduado em alergologia poderá atuar em clínicas, hospitais e outros centros médicos. A demanda para esse tipo de profissional não para de crescer, principalmente devido ao aumento de poluentes no ar e a consequente evolução de problemas alérgicos.

2. Cardiologia

O coração é um dos principais órgãos de nosso corpo, responsável pela oxigenação de tecidos e pela manutenção da vida humana. Por isso, a cardiologia é uma área sempre em expansão, principalmente se levarmos em consideração o constante aumento de problemas cardíacos na população.

O fato de as pessoas estarem mais sedentárias é a principal responsável pelo expressivo crescimento de doenças cardíacas entre os brasileiros. Além desse fator, outros podem ser citados, como o tabagismo e a obesidade, provocada pela redução da prática de atividades físicas e pela priorização de alimentos super processados e calóricos na dieta.

Nesse contexto, é fácil observar a relevância do pós-graduado em cardiologia. A prevenção e o diagnóstico precoce de doenças do sistema cardiovascular melhoram os prognósticos e a qualidade de vida daqueles que sofrem com esses problemas.

A grade da pós-graduação conta com temas como:

  • cirurgia;
  • fisiologia e fisiopatologia cardiovascular;
  • cardio-oncologia;
  • síndromes coronarianas agudas;
  • doença arterial crônica;
  • eletrocardiograma;
  • doença cardíaca valvar;
  • arritmias;
  • miocardiopatias;
  • diagnóstico de imagem;
  • exames específicos;
  • anamnese e exame físico;
  • doenças cardiovasculares no paciente idoso.

As oportunidades para o profissional médico da cardiologia no mercado de trabalho são variadas, já que esse ele pode atuar em diferentes meios e é cada vez mais requisitado pela população.

3. Dermatologia

A dermatologia é uma das áreas mais desafiadoras de toda a clínica médica. Ela é, afinal de contas, a área que lida com o maior órgão de todo o corpo humano, responsável pela proteção mecânica do organismo e por outras diversas funções vitais.

Além disso, é a responsável por cuidar dos anexos cutâneos, como os cabelos, mucosas e unhas. O câncer de pele é uma das enfermidades de maior importância nessa área. A sua incidência corresponde a cerca de 30% de todos os cânceres diagnosticados apenas no Brasil.

Por isso, o profissional da área da dermatologia é essencial para garantir a prevenção de novos casos e o tratamento ideal para os já existentes. O trabalho, é claro, não para por aí. Os cuidados com a pele e seus anexos é extenso, com a existência de diversas patologias relacionadas a eles. Além disso, é importante mencionar a relevância dessa especialidade para a saúde mental dos pacientes, com o desenvolvimento da autoestima.

As principais matérias estudadas na pós-graduação são:

  • anatomia e fisiologia da pele e anexos;
  • farmacodermia e psicodermatoses;
  • dermatopatologia básica;
  • líquen plano e erupções liquenoides;
  • dermatoses da infância e do idoso;
  • hanseníase;
  • micoses superficiais e profundas;
  • leishmaniose;
  • dermatozooparasitoses;
  • tricoses e onicoses;
  • tumores cutâneos;
  • técnicas cirúrgicas.

O médico profissional da dermatologia pode atuar em vários lugares, como clínicas, hospitais e outros locais de atendimento médico.

4. Endocrinologia

O sistema endócrino é um dos mais complexos de todo o organismo. Ele é formado por glândulas secretoras de hormônios, localizadas em todo o corpo e interligadas com todos os sistemas. Além disso, essas substâncias são as responsáveis por ditar o funcionamento do metabolismo.

Assim, fica evidente a importância do profissional de endocrinologia para a sociedade, ao elaborar diagnósticos de enfermidades que vão desde as mais comuns, como a diabetes, o hipotireoidismo e o hipertireoidismo, a patologias mais específicas como a doença de Addison e a Síndrome de Waterhouse-Friderichsen. Optar pela endocrinologia ainda pode servir de diferencial para médicos já especializados, que buscam uma segunda área bastante abrangente. A razão para isso é a estreita relação do sistema endócrino com todo o organismo.

Os principais componentes da grade curricular dessa pós-graduação são:

  • fisiologia endócrina;
  • neuroendocrinologia;
  • obesidade;
  • tipos de diabetes;
  • tratamentos da diabetes;
  • casos clínicos em tireoide;
  • abordagem dos nódulos e do câncer na tireoide.

Os caminhos para o pós-graduando em endocrinologia são variados e há diversas possibilidades de atuação, incluindo a pesquisa. Além disso, ele tem um papel crucial na propagação da informação sobre a prevenção de doenças e da importância da criação de hábitos mais saudáveis para a população.

5. Terapia intensiva neonatal

Há poucas décadas, o óbito de recém-nascidos era um fato corriqueiro. Diariamente, centenas de bebês perdiam suas vidas logo após o nascimento. Felizmente, com o passar dos anos, o cuidado neonatal foi se intensificando e hoje o Brasil reduz cada vez mais os índices de mortalidade.

No país, o estudo da terapia intensiva neonatal teve início no ano de 1997. O profissional encarregado por essa área trabalhará em conjunto com médicos de diversas outras, como a pediatria, o que torna o curso muito proveitoso também para os médicos já graduados.

Para garantir que os níveis de mortalidade infantil continuem a diminuir, o estudante da pós-graduação em terapia intensiva neonatal entrará em contato com disciplinas cruciais para o cuidado com o paciente neonatal. As principais são:

  • reanimação neonatal;
  • particularidades da prematuridade;
  • administração e gestão na UTI;
  • prevenção de infecções;
  • estudo das humanidades em perinatologia;
  • técnicas de alimentação;
  • cuidado pré e perinatal em recém-nascidos de alto risco;
  • monitorização e transporte do recém-nascido;
  • aspectos respiratórios dos fetos e dos neonatos;
  • fisiologia do recém-nascido;
  • avaliação e tratamento da dor.

Além disso, vale a pena ressaltar que o mercado de trabalho para esses profissionais é riquíssimo, já que essa é uma área ainda pouco explorada por maioria dos graduados em medicina.

6. Gastroenterologia

O médico gastroenterologista é o encarregado pelos cuidados de órgãos e anexos fundamentais para o funcionamento do organismo humano, como o esôfago, estômago, vesícula, intestinos, cólon, pâncreas e fígado. Com isso, é possível perceber quão interligada a outras áreas é a gastroenterologia.

O cotidiano de nossa sociedade é um dos fatores de risco para doenças do trato digestivo. Sedentarismo, uso indiscriminado de substâncias nocivas, obesidade e estresse excessivos, quando somados a hábitos inadequados de alimentação, contribuem para o surgimento de problemas como a gastrite e distúrbios hepáticos.

Por conta disso, podemos afirmar que essa é uma das áreas mais relevantes da medicina e que a atuação de seus profissionais traz muitos benefícios para a população. As principais matérias estudadas nesse curso são:

  • sintomas das doenças gastrointestinais;
  • hemorragia digestiva;
  • endoscopia terapêutica e diagnóstica;
  • cirrose hepática;
  • esofagites;
  • doença ulcerosa péptica;
  • lesões hepáticas;
  • hepatites;
  • doença intestinal;
  • tumores hepáticos e intestinais;
  • diarreia aguda e crônica;
  • doenças pancreáticas e das vias biliares.

O treinamento completo obtido na pós-graduação de gastroenterologia possibilita que o profissional atue em diferentes áreas, como hospitais e clínicas. Além disso, há uma vasta gama de diferenciações possíveis dentro dela, como as endoscopias e extração de litíases nos órgãos citados.

7. Geriatria

O nome do gráfico que permite a observação de uma população a partir da idade de seus habitantes é chamado de pirâmide etária. No Brasil, a base da figura é muito maior do que o seu topo, e representa que o número de nascimentos é extremamente superior ao número de idosos que habitam o país. Nos últimos anos, no entanto, a forma da pirâmide vem se alterando.

De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de idosos brasileiros cresceu 18% entre os anos de 2012 e 2017. Isso ocorre devido ao aumento da longevidade da população, obtido por meio de cuidados mais eficazes com a saúde dos idosos. Todas as especialidades estão, é claro, envolvidas nesse processo. No entanto, a geriatria é a área destinada aos cuidados com a população acima dos 60 anos de idade.

Durante o curso, o pós-graduando vai estudar:

  • anamnese e exame físico do paciente idoso;
  • apresentação atípica de doenças;
  • avaliação geriátrica ampla;
  • síndrome geriátrica;
  • introdução à gerontologia;
  • análise dos principais exames em geriatria;
  • bioética e cuidados paliativos em geriatria.

Com o avanço progressivo do número de idosos em nossa população, é possível afirmar que a demanda para esse tipo de profissional não para de crescer em nosso país. Cada vez mais hospitais e clínicas necessitam de médicos capacitados para cuidar desse grupo e aumentar cada vez mais sua qualidade de vida.

8. Neurologia

Sabemos muito bem que todo o organismo trabalha em conjunto e que nenhum sistema pode ser considerado mais importante do que o outro. No entanto, é possível dizer que o sistema nervoso age como o maestro de uma orquestra e que sem ele, nada funciona corretamente.

Por isso, o diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças de estruturas como o cérebro, a medula espinhal e os nervos é essencial para a saúde dos seres humanos — principalmente quando pensamos que qualquer dano ao sistema nervoso é capaz de alterar o funcionamento de todo o organismo.

Para melhorar a qualidade de vida de seus pacientes e auxiliar no tratamento de distúrbios sérios e que afetam diretamente a produtividade, o pós-graduando estudará conteúdos como:

  • neuroanatomia;
  • propedêutica neurológica;
  • neuroinfecção;
  • neuroradiologia;
  • neurointensivismo;
  • neuropediatria;
  • neuro-oncologia;
  • urgências neurológicas.

O profissional de neurologia pode trabalhar em hospitais ou clínicas neurológicas. Além disso, pode aperfeiçoar-se em campos distintos, como o tratamento da dor ou dos distúrbios do sono. Por fim, é importante dizer que essa área da medicina está ligada a diversas outras, como a psiquiatria e a geriatria, e pode ser um belo diferencial para profissionais já especializados.

9. Proteção radiológica

A área médica está em constante avanço e atualização. Todos os dias surgem novas tecnologias e procedimentos com o objetivo de melhorar cada vez mais o tratamento oferecido aos pacientes, por meio do diagnóstico precoce e preciso de doenças diversas.

Um dos principais progressos da medicina foi, sem dúvida, a criação dos exames de imagem, que são um verdadeiro marco na história da humanidade. É com essa tecnologia que milhares de vidas são salvas diariamente em clínicas e hospitais.

Além do diagnóstico feito por meio das imagens, a radiologia contribui significantemente para o tratamento de doenças, em especial o câncer. Por conta disso, o médico interessado na proteção radiológica coordenará, supervisionará e gerenciará as equipes responsáveis por lidar com esse material. Algumas matérias estudadas no decorrer do curso são:

  • fundamentos da física atômica e nuclear;
  • garantia e controle de qualidade no diagnóstico por imagem;
  • formação de imagens radiográficas;
  • dosimetria das radiações;
  • normas e controle de proteção radiológica;
  • proteção radiológica em aplicações médicas.

Infelizmente, há atualmente uma carência de profissionais da área de radiologia e proteção radiológica no Brasil. Isso fornece um cenário positivo para aqueles que se pós-graduarem nessa área, com demanda crescente e inúmeras possibilidades de atuação dentro da medicina.

10. Psiquiatria

Ao contrário da maioria das doenças que acometem o organismo, os distúrbios psiquiátricos nem sempre mostram sinais claros ou podem ser vistos a olho nu. Além disso, não escolhem raça, sexo ou situação financeira, podendo atingir todos os indivíduos pelas mais diversas razões.

De acordo com dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), os casos de depressão sofreram um aumento de cerca de 18% entre os anos de 2005 e 2015. Além dessa doença, outras como a ansiedade (em que o Brasil tem a maior taxa em todo o mundo) também fazem parte de uma verdadeira epidemia. Por isso, compreender exatamente como funcionam esses transtornos é essencial para garantir a saúde mental de nossa população.

Além disso, é importante focar na prevenção desses problemas, evitando que mais pessoas sofram com eles. Durante a pós-graduação, o estudante de psiquiatria entrará em contato com temas como:

  • psicopatologia;
  • psicofarmacologia;
  • transtornos de ansiedade;
  • transtornos do humor;
  • esquizofrenia;
  • psicoterapias e psicanálise;
  • transtornos mentais e comportamentais relacionados ao uso de substâncias;
  • transtornos de personalidade;
  • transtornos alimentares;
  • transtornos sexuais;
  • transtornos do sono;
  • psiquiatria forense;
  • emergências psiquiátricas.

Além de funcionar como um diferencial para médicos já especializados, como os da área de neurologia, se pós-graduar em neurologia abre um grande leque de oportunidades para os profissionais da medicina. A demanda continua em crescimento e as áreas de atuação são variadas, abrangendo hospitais, clínicas, escolas, centros de atenção psicossocial (CAPS) e perícia.

11. Reumatologia

O termo qualidade de vida pode ser definido como o conjunto de condições que garantem o bem-estar físico e mental dos indivíduos. Esse conceito pode, evidentemente, variar de acordo com as perspectivas pessoais de cada um de nós mas, no geral, inclui o direito de ir e vir e praticar suas atividades diárias sem intercorrências.

É aí que entra a importância da reumatologia para a sociedade. Ela se encarrega dos cuidados com o sistema locomotor, que inclui estruturas como os ossos, ligamentos, tendões, articulações e músculos. Embora sejam mais comuns durante a velhice, as doenças reumáticas também podem atingir pessoas mais jovens.

A incidência de problemas autoimunes e crônicos também é bastante alta dentro dessa especialidade. Por isso, os pós-graduandos estudarão conteúdos como:

  • anatomia e fisiologia do sistema locomotor;
  • laboratório e propedêutica osteoarticular;
  • terapêutica reumatológica;
  • vasculites sistêmicas;
  • artrite reumatoide;
  • lúpus eritematoso sistêmico;
  • osteoporose;
  • doenças osteometabólicas;
  • doenças reumáticas na infância;
  • espondiloartrites;
  • doenças reumáticas associadas à infecção;
  • exames de imagem em reumatologia.

A busca por profissionais da reumatologia vem crescendo cada vez mais em nosso país. Podendo atuar em hospitais e clínicas, esses médicos são responsáveis por cuidar e permitir que seus pacientes se locomovam com qualidade e segurança. Como podemos ver, as pós-graduações médicas são uma excelente maneira de obter conhecimento e dar o primeiro passo na carreira, adquirindo competências teóricas e práticas para a carreira em medicina.

Por isso, conhecer as principais áreas é essencial para fazer uma escolha correta para o futuro profissional. Além disso, ao fazer uma pós-graduação, você vai aprimorar a atuação acadêmica e profissional, ajudando no diagnóstico precoce de doenças que minam, pouco a pouco, a qualidade de vida da população.

Em caso de questionamentos ou sugestões, entre em contato conosco. A nossa equipe está à disposição para conversar e sanar suas principais dúvidas sobre as pós-graduações médicas lato sensu!

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