O Instituto Nacional de Câncer (INCA) faz pesquisas regulares sobre a incidência do câncer de mama no país. E as descobertas são sempre reveladoras: este tipo de tumor continua no topo do ranking das doenças oncológicas que mais acometem as mulheres no Brasil. Somente em 2019, quase 60 mil novos casos foram registrados, o que representa uma taxa de incidência de 51,29 casos por 100 mil mulheres.
Dados como esse reforçam a importância da Campanha Nacional do Outubro Rosa, que tem como foco alertar diversos públicos acerca dos métodos de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de mama.
Quais as causas do Câncer de Mama?
A origem do câncer de mama não tem uma causa única estabelecida e tem caráter multifatorial. Muitas razões podem estar relacionadas ao aumento do risco de desenvolver a doença, como:
- Idade
- Fatores endócrinos/história reprodutiva
- Fatores comportamentais e ambientais
- Fatores genéticos e hereditários.
Quais são os sintomas mais comuns do Câncer de Mama?
Um sintoma muito comum do câncer de mama é aparecimento de nódulo, em geral indolor, duro e irregular na área da mama. Existem também tumores que têm consistência branda, globosos e definidos. Os outros sinais comuns no aparecimento do câncer de mama são:
- Inversão do mamilo;
- Retração cutânea;
- Dor;
- Edema cutâneo, semelhante à casca de laranja;
- Hiperemia;
- Secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea;
- Descamação ou ulceração do mamilo.
Prevenção ao câncer de mama
De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados modificáveis. Por se tratar de uma doença multifatorial, não há uma receita definitiva sobre métodos preventivos, mas mudanças que podem adiar ou reduzir as chances de desenvolver o câncer de mama.
O controle dos fatores de risco se dá por meio de mudanças de alimentação, nutrição, atividade física, redução do consumo de bebidas alcoólicas e controle da gordura corporal, de forma a evitar a obesidade. A amamentação também é considerada um fator protetor.





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