Metodologia ativa: como pode ser usada na medicina?

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Privilegiada pela maioria dos países na atualidade, a metodologia ativa vem se revelando como uma grande aliada da educação médica. Isso porque ela favorece a formação de profissionais críticos, criativos e independentes, capacitados para a desenvoltura cotidiana nas distintas áreas da medicina. Você conhece esse conjunto de métodos e sabe como ele colabora para uma aprendizagem completa? Continue a leitura para entender as vantagens da metodologia ativa e as suas contribuições para o desenvolvimento da proficiência médica.

O que é a metodologia ativa?

A metodologia ativa coloca o estudante no centro da aprendizagem, como protagonista da busca por soluções para os problemas apresentados a ele, fazendo com que ele construa o próprio conhecimento, ao invés de desempenhar o papel de mero reservatório de informações ou fórmulas prontas. Ela parte, portanto, da premissa de que o conhecimento é uma elaboração do sujeito cognoscente, ou seja, daquele que aprende. Tal prática visa educar profissionais de atitude inovadora, abertos para a revisão e a mudança de paradigmas.

Como funciona o método?

A partir do levantamento de dúvidas, do desequilíbrio cognitivo temporário e da construção de novas hipóteses, o estudante da área médica age ativamente na resolução de problemas reais, apresentados a ele na prática. Muitas vezes, faz-se necessário o exercício em grupo para a desenvoltura de habilidades sociais em atividades colaborativas. Cabe ao professor, consciente da realidade em que todos estão inseridos, acompanhar esse processo, operando como facilitador ou mediador do conhecimento, de maneira igualmente ativa e comprometida com o ensino e com a aprendizagem significativa para cada aluno.

Para que serve essa metodologia?

O recurso didático tem como objetivo a formação crítica e reflexiva do aprendiz, focada no desenvolvimento de habilidades como a criatividade e o pragmatismo. Devido à curiosidade aguçada, o estudante é incentivado a pensar e a aplicar seus conhecimentos de maneira holística, distanciando-se de uma educação fragmentada e propícia a lacunas. No contexto médico, a metodologia ativa torna o profissional apto para as tomadas de decisão intrínsecas ao ambiente dinâmico de hospitais, clínicas e consultórios.

Entre as vantagens, estariam a consideração honesta em torno dos prós e contras de cada quadro clínico, dando suporte para a proposição de metas com realismo, além da promoção da autorreflexão e da realização de trabalhos em equipe. Isso porque a execução de escolhas acertadas e ágeis está diretamente relacionada ao pensamento crítico e à iniciativa. Habituado a refletir sobre suas ações, o médico estaria também mais inclinado para uma postura humanista, transformadora, ética e integrada à comunidade na qual ele se exerce.

Quando a metodologia ativa pode ser usada?

Não por acaso, diversas pesquisas nas áreas médicas realizadas por universidades renomadas de todo mundo, bem como as Diretrizes Curriculares Nacionais de Medicina, reiteram que a metodologia ativa é o processo ideal para a formação de médicos. As justificativas para tamanho prestígio são os resultados animadores da aplicação desses métodos, que comprovadamente preparam os profissionais para comportamentos estratégicos, afastando-os de modelos engessados e, inevitavelmente, fadados ao desuso.

Um bom exemplo da aplicação da metodologia ativa é a Pós-graduação em Nutrologia da IPEMED. O curso amplia o engajamento do aluno, que passa a ser protagonista do processo de aprendizagem. Isso porque tudo acontece de maneira dinâmica e efetiva, com aulas participativas, discussão de casos clínicos e desafios médicos.

Ficou interessado em entender como a metodologia ativa pode ser aplicada no ensino? Então, baixe o e-book do curso de Pós-graduação em Nutrologia e veja como o método funciona na prática!

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