Os exames MAPA e Holter são alguns dos mais indicados para o diagnóstico de diversas doenças cardíacas. Apesar de parecidos, eles têm diferenças e é muito importante que o médico saiba quais são elas para recomendar o exame mais adequado. O fato é que a tecnologia dos métodos diagnósticos estão evoluindo bastante, proporcionando imagens cada vez mais nítidas e de maneira menos invasiva.
No entanto, ainda é necessário considerar o histórico do paciente e todos os fatores de risco associados. Quer saber mais sobre a diferença entre MAPA e Holter? Então continue lendo e veja quando é melhor indicar um ou outro a seus pacientes!
O que é e para que serve o MAPA?
O exame de Monitoração Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA) é um exame usado para a verificação da pressão arterial de forma mais aprofundada. Enquanto o aferidor (esfigmomanômetro) verifica apenas a pressão sanguínea momentânea, o MAPA consegue acompanhar as oscilações durante determinado tempo. O MAPA é um aparelho semelhante a um gravador portátil, que coleta as informações sobre a condição do paciente, de acordo com as condições externas.
Assim, ele pode registrar a oscilação pela presença do médico (síndrome do jaleco branco), pela submissão a estresse físico ou emocional, entre outras. Por isso, o MAPA é bastante usado em pacientes com suspeita de hipertensão arterial. Afinal, ele mostra elevações na pressão, que podem indicar um quadro da doença, e também uma elevação isolada, que não necessariamente demonstra um problema de saúde, podendo ser um evento isolado.
Também pode ser recomendado para investigar os motivos para elevações periódicas na pressão de pacientes que já tenham o diagnóstico de hipertensão. Ou seja, é importante para que o médico tenha as informações necessárias para rever o tratamento proposto.

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