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Entenda a disparidade na distribuição de médicos no país

Entenda a disparidade na distribuição de médicos no país

Hoje, vamos te contar por quais razões há tanta disparidade na distribuição de médicos no país. Se você é médico generalista e precisa escolher uma região brasileira para trabalhar, o ideal é avaliar alguns aspectos que podem influenciar nessa decisão.

Logo, conhecer o panorama do mercado médico no Brasil e a concentração de médicos por habitante é essencial. Isso ajuda a compreender os fatores que norteiam essa desigualdade e os principais desafios gerados por essa questão.

Ainda, confira as melhores estratégias para amenizar esses impactos na carreira médica e as projeções para a centralização do atendimento médico no país.

Densidade médica no Brasil comparada a outros países

Recentemente, foi publicado o relatório da Demografia Médica no Brasil, conduzido pelo Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em parceria com a Associação Médica Brasileira (AMB). O documento pontuou que o número de médicos ativos no Brasil é de aproximadamente 545 mil. Os dados são do ano de 2023.

Porém, mesmo que seja uma quantidade significativa de profissionais, a tendência é que eles se concentrem, especialmente, nas regiões Sul, Sudeste do Brasil e Distrito Federal. A disparidade é notória: no Distrito Federal tem 6,13 médicos por mil habitantes, enquanto no Pará, essa razão é de 1,33.

Pelos dados, tem-se a impressão de que a situação da assistência médica no Brasil seja positiva, pois o país contava com 2,69 médicos por mil habitantes em 2023. Mais do que isso: a projeção para o final de 2024 é que a razão aumente para 2,81 médicos, segundo dados do Conselho Federal de Medicina (CFM).

A quantidade de profissionais se aproxima dos índices de nações ricas como Estados Unidos (2,6) e Canadá (2,7) e superior ao Japão (2,5) e Coreia do Sul (2,5). Contudo, a assistência médica no país continua precária.

Apesar de ter oportunidades e muitas especialidades em alta em diferentes estados, os profissionais estão mais concentrados no Centro-Sul. Por vários motivos, essa disparidade no número de médicos por região do país causa impactos significativos na Saúde Pública.

Razões da desigualdade regional na distribuição de médicos no Brasil

De modo geral, o país enfrenta diversos desafios na distribuição geográfica dos profissionais de saúde, sobretudo quanto à concentração de médicos. Esses profissionais optam por trabalhar em áreas urbanas mais desenvolvidas, enquanto as regiões remotas e rurais ficam com um menor contingente, situação que desafia a gestão médica.

As razões atreladas a essa desigualdade regional na distribuição de médicos no Brasil é multifacetada. Além das questões intrínsecas à profissão, ela também é influenciada por fatores estruturais, econômicos, sociais e políticos.

Listamos algumas razões que contribuem para essa desigualdade. Veja quais são!

Concentração urbana ligada ao desenvolvimento histórico

A preferência de grande parte dos médicos brasileiros pelas áreas urbanas e mais desenvolvidas — especialmente nas regiões Sul e Sudeste — está relacionada ao desenvolvimento histórico do país. Nas zonas urbanas, o maior número de cooperativas médicas também atrai esses profissionais.

Nesses locais, os investimentos em saúde e educação são maiores, o que atrai mais profissionais. Esse crescimento também resulta das mudanças que acompanham as tendências da Medicina.

Infraestrutura limitada em regiões remotas

Muitas regiões rurais e remotas do Brasil, em geral, enfrentam desafios significativos em termos de infraestrutura básica. Até mesmo o acesso é difícil: as estradas são precárias, há falta de transporte público e a comunicação também é limitada.

Além disso, os médicos que querem dar continuidade aos estudos optam por trabalhar em cidades mais desenvolvidas. Nesse contexto, as capitais do Sudeste e Sul oferecem mais alternativas para a evolução na carreira médica, o que é determinante para o bem-estar físico e mental dessa categoria.

Busca de maior qualidade de vida

Na maior parte do território nacional, as regiões mais remotas enfrentam dificuldades de acesso a serviços de lazer, educação e saúde. Por isso, tais aspectos também são considerados na decisão do local para atuar como médico.

A rotina médica é desafiadora e, por tal razão, esses profissionais precisam otimizar o tempo: priorizar vínculo empregatício em locais que possam ter mais qualidade de vida faz diferença. Em comparação com áreas urbanas, as cidades menores não são atrativas para a classe médica ter motivação para estabelecer suas práticas.

Políticas educacionais e formação de profissionais de saúde

A desigualdade na distribuição geográfica de médicos, muitas vezes, reflete as características das políticas educacionais. A maioria das escolas médicas está localizada em grandes centros urbanos, o que influencia bastante a decisão de especialização e a escolha pelo local de trabalho dos médicos formados.

Falta de incentivos e políticas públicas adequadas

Outro fator preponderante nesse processo é a falta de políticas públicas eficazes e centradas na atração e retenção de médicos em áreas remotas. Os incentivos financeiros por parte do Governo Federal são escassos. Além disso, as condições de trabalho, acesso à moradia e infraestrutura são mais limitadas nas cidades menores.

Migração e preferências pessoais

Muitos profissionais de saúde médicos optam pelo trabalho em áreas mais centrais devido a oportunidades de carreira. Como já descrito, a facilidade de acesso à educação continuada e as maiores possibilidades de manter um melhor padrão de vida são cruciais nessa escolha. Logo, a migração de profissionais de saúde para os centros urbanos perpetua essa desigualdade.

Panorama da distribuição de médicos no país nas últimas décadas

Segundo o Relatório da AMB, em pouco mais de duas décadas, o número de profissionais médicos no país dobrou. Desde 2000, quando o Brasil contava com 219.896 médicos, o contingente populacional do país cresceu apenas 27%.

Entre 2005 e 2010, o crescimento do número de médicos no país foi ainda maior: de 15,2% contra 5,9% da população nesse intervalo. O aumento da disponibilidade de profissionais foi maior nos grandes centros urbanos.

De igual modo, notou-se a exacerbação dessa diferença entre o crescimento do número de médicos quando comparado às taxas demográficas da população geral no período 2010 a 2023. Nessa década, 251.362 novos médicos passaram a atuar no Brasil.

Listamos alguns dos fatores que influenciaram essas mudanças nas estatísticas. Confira!

Abertura de mais escolas médicas nos últimos anos

Nos últimos anos, houve uma maior formalização de políticas governamentais e legisladores incentivando a abertura de número expressivo de escolas médicas no Brasil. Esse salto quantitativo gerou essa diferença que, a cada vez mais, se torna mais expressiva, quando comparada aos países em desenvolvimento.

A abertura de cursos e de mais vagas de graduação em medicina influenciaram essa situação. Assim, a crescente oferta de médicos no Brasil proporcionou a maior densidade de profissionais da Medicina por habitantes em nosso país.

Crescimento de 140% no número de acadêmicos na última década

Os dados do Relatório da AMB apontam o crescimento exponencial do número de acadêmicos de Medicina no Brasil nos últimos anos. Observe:

  • o número de alunos cursando o primeiro ano de escolas médicas passou de 16.818, em 2010, para 40.881, em 2020, um crescimento de 143% no período;
  • de 181 cursos em 2010, saltaram para 350 em 2020;
  • após 2014, sobretudo após a promulgação da Lei Mais Médicos (Lei nº 12.871/2013), esse maior contingente refletiu a expansão da oferta de cursos e vagas.

Percebe-se, então, que a maior disponibilidade de vagas faz aumentar o total de estudantes cursando Medicina no país. Consequentemente, após seis anos, esses alunos estarão formados e contribuirão para o aumento da população de médicos.

Maior diversidade na ocupação das vagas na graduação

Conforme divulgado pelo Jornal da USP, o aumento da abertura de novas faculdades de Medicina no país contribuiu para a diversidade de acesso às vagas, principalmente entre o público feminino. Pelo material divulgado, é notória essa diferença quando comparada às décadas anteriores, em que o perfil dos alunos era bem diferente do atual.

Tais mudanças são frutos das políticas afirmativas de ingresso, em especial, implementadas nas universidades públicas.

Nesse contexto, as principais diferenças são:

  • as mulheres estão se tornando maioria na profissão;
  • há maior inclusão social no ensino médico: mais alunos pretos, pardos e egressos do ensino médio público;
  • em 2010, havia 1.483 estudantes pretos no primeiro ano de medicina, número que subiu para 9.326 em 2019.

Número de médicos por região do país

A disparidade na distribuição de médicos no país também é significativa quando se compara as regiões brasileiras. Os estados mais desenvolvidos do Centro-Sul têm um aporte maior de especialidades médicas e muito mais profissionais especializados em áreas específicas.

Mesmo no Sudeste — que tem a maior razão médico/habitante do país — há diferença na distribuição de médicos entre os municípios menos e mais populosos. O Distrito Federal, com 5,53 médicos por 1.000 habitantes, tem a maior taxa, seguido de Rio de Janeiro (3,77), São Paulo (3,50) e Santa Catarina (3,05).

Dos 27 estados, 11 apresentam razão de médicos por 1.000 habitantes acima da taxa nacional, que é de 2,41. Os 16 estados, situados mais ao Norte e Nordeste do país, estão abaixo da média.

Destacamos mais alguns dados relevantes, que ajudam a compreender melhor essas diferenças. Observe:

  • enquanto o Norte, com 1,45 médicos por 1.000 habitantes, o Nordeste tem 1,93;
  • todos os estados do Nordeste têm taxas abaixo da média nacional;
  • com exceção da Paraíba, os demais 15 estados que compõem essas duas regiões têm taxas inferiores a 2,4 médicos por 1.000 habitantes;
  • a região Sudeste apresenta 3,39 médicos por 1.000 habitantes, seguida do Centro-Oeste (3,10) e Sul (2,95);
  • a região Norte registra menos da metade da densidade de médicos que atuam no Sudeste;
  • São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal têm a maior concentração de profissionais da Medicina em seus territórios;
  • Acre, Amazonas, Maranhão e Pará têm as menores densidades de médicos do país;
  • dez estados têm menos de dois médicos por 1.000 habitantes: Acre (1,41), Amazonas (1,36), Maranhão (1,22) e Pará (1,18) têm as menores densidades.

Quantidade de médicos nas capitais brasileiras e no interior

Dados do relatório destacam que as capitais dos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal concentram, juntas, 50.916.038 habitantes. No presente estudo, para efeito de distribuição dos médicos no Brasil, a região metropolitana exclui a capital, que é apresentada à parte.

Mesmo assim, ainda prevaleceu a disparidade, inclusive quanto ao gênero: houve um notório crescimento de mulheres na Medicina. Em algumas especialidades médicas — como a Ginecologia e a Oncologia — são mais perceptíveis essa mudança no perfil.

Há alguns anos, a Medicina era uma profissão dominada por homens. Tal mudança também reflete o padrão de assistência: há maior procura para tratamentos em saúde da mulher, inclusive no climatério e no controle do câncer de mama.

Quanto à centralização dos médicos nas capitais, em certos pontos, também deve ser relativizado. Vários são os critérios que interferem na decisão desses profissionais quando escolhem o local de trabalho. Como a maioria trabalha em mais de um emprego, é comum o trânsito de médicos entre as capitais e cidades adjacentes.

O estudo Demografia Médica da AMB utilizou 5.155 municípios brasileiros para avaliação da distribuição de médicos no país. Juntos, essas cidades somam 123.117.424 habitantes. Conclui-se que nas capitais brasileiras, a densidade de médicos (6,13) é muito maior que nos municípios das regiões metropolitanas (1,14) e no interior (1,84).

Rendimento médio mensal declarado pelos médicos brasileiros

No estudo, o rendimento mensal declarado pela classe médica brasileira teve como base a declaração do Imposto de Renda: a média foi de R$ 30,1 mil em 2020. Se comparado a 2012 — quando o rendimento era de R$ 34,1 — houve uma queda nos salários.

A diminuição de 11,2% ao longo da última década pode ser atribuída, em parte, às mudanças demográficas da população de médicos. Outro ponto relevante é a entrada de profissionais mais jovens no mercado de trabalho, em função da maior abertura de cursos e vagas de Medicina.

Projeção da oferta de médicos para o ano de 2035

A projeção que estimou a oferta de médicos no Brasil para o ano de 2035, tendo sido produzido no âmbito do projeto ProvMed 2030. Esse é um acordo de pesquisa entre a Universidade de São Paulo (USP), Ministério da Saúde (MS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

A projeção tem como base conceitual a Dinâmica de Sistemas, que é uma linguagem que possibilita a modelagem de sistemas complexos de forma mais simplificada. Esse processo norteia a avaliação, muito embora exista, subjacente à sua construção, um conjunto de equações matemáticas de cálculo diferencial e integral operados pela computação digital.

Utilizada para projeção da força de trabalho médico em outros países, a Dinâmica de Sistemas considera que a oferta de médicos é definida por fatores dinâmicos e dependentes.

Assim, essa projeção da oferta futura é pautada nos seguintes parâmetros:

  • quantitativo de médicos disponível;
  • fluxo de entrada e saída dos profissionais do mercado de trabalho;
  • composição demográfica (idade e sexo) dessa população.

Além disso, os médicos recém-formados são incluídos na base conforme idade e gênero no momento em que é realizado o registro profissional no CRM. Da mesma maneira, existem fluxos de saída dos médicos por diversas razões. As mais comuns são aposentadoria, óbito, impedimento temporário ou definitivo do exercício da Medicina, mas há outros motivos.

Os resultados da projeção para 2035 são apresentados para o Brasil e por unidades da Federação, em dois cenários. O primeiro considera a suposta estagnação da abertura de vagas de graduação. O outro, avalia a abertura seguindo a legislação vigente e a tendência verificada nos últimos anos.

Segundo o Relatório da AMB, o Brasil possuía em 2002 um total de 390 escolas médicas, que oferecem 42 mil vagas por ano. Mesmo que houvesse um congelamento da oferta, em 2035 o Brasil teria cerca de 1,1 milhão de médicos.

Desafios comuns à má distribuição de médicos no país

Regiões com problemas de infraestrutura social, econômica e política tendem a apresentar falhas na oferta por atendimento médico de qualidade. Isso acontece por diversos motivos, pois não basta apenas atrair a classe médica para essas localidades. Mais do que isso: os municípios precisam também melhorar mais a infraestrutura e investir em recursos adequados para assegurar o suporte aos profissionais.

A ausência de recursos básicos em hospitais, clínicas e a falta de equipamentos médicos apropriados acabam desencorajando os médicos a se estabelecerem nessas áreas. Logo, é necessário investir em infraestrutura, qualidade do atendimento e em diferenciais como a empatia médica.

Somado aos desafios comuns à rotina profissional, os médicos ainda podem enfrentar condições de trabalho difíceis e desgastantes. Por isso, as áreas mais vulneráveis — que têm menor oferta desses profissionais — interferem negativamente na qualidade de vida e no bem-estar dos médicos.

Elencamos mais alguns desafios que contribuem para a manutenção dessas diferenças na distribuição de médicos no Brasil. Confira!

Falta de oportunidades profissionais

Nas localidades menos desenvolvidas há menos oportunidades de crescimento profissional e de desenvolvimento de carreira para os médicos. Por isso, a maioria dos médicos opta por municípios que sejam localizados mais perto dos grandes centros urbanos.

A falta de acesso a cursos de atualização e especializações, treinamentos e pesquisas também é um fator preponderante que gera desmotivação na categoria. Esse fator é compreensível porque a Medicina é uma área que exige atualização constante.

Condições socioeconômicas do local

Certos fatores desestimulantes para a fixação de médicos se relacionam à estrutura do município. Isso porque nas cidades com alto índice de vulnerabilidade estão localizadas em regiões remotas ou isoladas. Nesses locais existem pouca, ou praticamente nenhuma infraestrutura de transporte. Além disso, não há oferta ou acesso aos serviços básicos.

Somado a isso, escolher trabalhar em locais com essas características elevam o risco de precisar enfrentar, frequentemente, outros problemas. Questões resultantes das diferenças socioeconômicas: pobreza, desemprego e violência são as mais presentes. Tais fatores influenciam a decisão pelo local de trabalho porque podem criar um ambiente instável e inseguro.

Os termos, comuns em estudos no âmbito do provimento médico, também definem situações nas quais falta tudo para as cidades com baixa estrutura de acesso à saúde. Nesses municípios, há pouco investimento em equipamentos e insumos de tecnologias médicas.

Outro fator importante é a estrutura de recursos humanos das instituições, como hospitais, postos de saúde e pronto-socorro. Há uma grande rotatividade entre as equipes multiprofissionais, incluindo médicos especialistas e generalistas, que atuam nesses locais. Somado a isso, também existe dificuldade de reposição de profissionais.

Estratégias para equilibrar a distribuição de médicos no país

O Ministério da Saúde e a Secretaria de Atenção Primária estipularam propostas que objetivam combater o impacto da falta de médicos nos municípios mais carentes do país. Para tanto, esses órgãos têm avaliado novas estratégias, cujo foco são:

  • criação de Programas de incentivo financeiro aos médicos e aos municípios;
  • investimento em infraestrutura de saúde das áreas mais carentes;
  • fomento a políticas de apoio à formação e fixação de médicos pelo território brasileiro;
  • aprimoramento das condições de trabalho dos médicos;
  • promoção de um trabalho holístico, que envolva a comunidade local e os médicos tornando o ambiente de trabalho atraente e sustentável.

Programa Mais Médicos

Para amenizar os impactos gerados pela disparidade médica no Brasil, em 2013 foi criado o Programa Mais Médicos (PMM). Ele foi suspenso e depois relançado em 20 de março de 2023.

Esse Programa objetiva cobrir as deficiências de acesso à Atenção Primária à Saúde, sobretudo nas áreas mais vulneráveis do território nacional. Já em seu primeiro novo ciclo (28º), o programa ofertou 5.970 vagas em 1.994 municípios brasileiros.

O Ministério da Saúde já comprovou que 85% dos problemas de saúde da população brasileira podem ser resolvidos na proposta de Atenção Primária à Saúde. Logo, esse Programa é uma das estratégias que podem representar soluções para a Saúde Pública no país.

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Assim, a criação de estratégias podem ampliar o acesso da população mais vulnerável a medidas de prevenção e promoção da saúde. Além disso, a implementação de novas formas de regulamentação dos cursos médicos também é necessária: essa regulação pode promover o equilíbrio entre a oferta e a distribuição de vagas e oportunidades.

Por fim, para amenizar o impacto da desigualdade na distribuição de médicos no Brasil é necessário o uso de medidas estratégias mais sólidas e abrangentes. O ideal seria a implementação de políticas mais eficientes, que incluam investimentos em infraestrutura de saúde e de educação médica em áreas menos favorecidas.

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