Doenças endócrinas: conheça as principais

O corpo humano é composto por diversos sistemas que trabalham em harmonia para manter tudo funcionando corretamente. Um deles é o sistema endócrino, constituído por glândulas e órgãos que regulam e controlam inúmeras funções vitais do organismo por meio da produção e regulação de hormônios.

Entretanto, muitas vezes, esse sistema pode sair do ritmo e manifestar alguns problemas. E seu mau funcionamento pode levar às doenças endócrinas, que acontecem quando uma ou mais glândulas não funcionam devidamente, observando-se uma anomalia na produção de hormônios.

Essas disfunções podem ter um impacto significativo na saúde e no bem-estar das pessoas. Pensando nisso, produzimos este conteúdo com tudo o que você precisa saber sobre as doenças endócrinas. Esperamos que uma visão ampla dessas condições te auxiliará no manejo adequado de pacientes. Vamos lá?

O que são as doenças endócrinas?

Também chamados de distúrbios hormonais ou metabólicos, as doenças endócrinas são condições médicas que afetam as glândulas endócrinas, como tireoide, hipófise, paratireóide, pâncreas, suprarrenais, testículos e ovários, responsáveis pela produção e regulação de hormônios no corpo humano.

Em outras palavras, quando essas glândulas não funcionam adequadamente, podem ocasionar uma série de complicações no organismo, que afetam o metabolismo, o crescimento, o desenvolvimento e, até mesmo, as emoções dos indivíduos.

Em geral, as doenças podem ser causadas por alguma alteração no mecanismo de sinalização e feedback dos estímulos que chegam e saem da glândula afetada. Além disso, dependendo do tipo de desordem hormonal, elas podem estar relacionadas a tumores, defeitos genéticos, doenças do sistema imunológico e ao próprio processo de envelhecimento.

Quais são as principais doenças endócrinas?

Saber quando o organismo está apresentando alguma alteração hormonal o quanto antes evita possíveis complicações. Por isso é essencial que médicos generalistas conheçam os principais distúrbios hormonais e como eles se manifestam. A seguir, confira!

Diabetes

O diabetes é uma das doenças endócrinas mais frequentes mundialmente. Só no Brasil, ela atinge, aproximadamente, 16,8 milhões de pessoas e este é um número que tende a crescer, conforme o Ministério da Saúde.

Considerada uma doença crônica, a diabetes é caracterizada por níveis elevados de açúcar no sangue em função de dificuldades na produção ou utilização de insulina, um hormônio responsável por regular os níveis de glicose no organismo. Esse aumento da concentração de glicose no sangue pode provocar diferentes situações:

  • diabetes tipo 1: é considerado uma doença autoimune, porque o sistema imunológico ataca as células responsáveis pela produção de insulina no pâncreas. Em geral, acomete crianças e adolescentes, mas pode ser desencadeado em qualquer faixa etária, tornando-os insulinodependentes, ou seja, requer a aplicação de injeções diárias de insulina;
  • diabetes tipo 2: é o subtipo mais comum e surge quando as células se tornam resistentes à insulina, isto é, quando elas perdem a capacidade de responder aos efeitos do hormônio. Normalmente, é ocasionada por um componente genético hereditário ligado ao ganho de peso, sobretudo abdominal;
  • diabetes gestacional: acontece durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é causada pelo aumento excessivo de peso da mãe ou por histórico de diabetes na mãe, podendo ser transitório. Ao término da gestação, o ideal é que a paciente seja investigada e acompanhada por uma equipe.

Vale lembrar que, na maioria das vezes, os sintomas só aparecem em fases muito avançadas da doença, quando a glicemia está acima de 180 mg/dl. Assim, surgem sinais como sede, aumento do apetite, visão turva, infecções genitais mais frequentes, cansaço, fraqueza, distúrbios cardíacos e renais, entre outros.

A doença deve ser tratada o mais precocemente possível, a fim de se evitar a progressão da doença e posteriores complicações. Por meio do uso de medicamentos, assim como da prática de um estilo de vida mais saudável, é possível alcançar adequado controle glicêmico, pilar importante do tratamento do diabetes.

Hipotireoidismo

O hipotireoidismo é uma condição em que a glândula tireoide não consegue produzir hormônios tireoidianos, denominados T3 e T4, em quantidade suficiente para o organismo. Essas substâncias desempenham um papel fundamental na regulação do metabolismo e no funcionamento apropriado de diversos órgãos do corpo, afetando, por exemplo, o controle dos batimentos cardíacos, as transmissões cerebrais e o controle da produção e consumo de energia.

Isso pode causar sintomas como ganho de peso, fadiga, pele seca, diminuição da frequência cardíaca, alterações de humor e sensação de frio constante. O diagnóstico envolve a medição dos níveis do hormônio estimulante da tireoide (TSH) no sangue. Caso ele esteja elevado e os hormônios tireoidianos baixos, indicam o hipotireoidismo.

O tratamento consiste na reposição hormonal, com a finalidade de restaurar os níveis normais das substâncias no corpo. Geralmente, isso é realizado por meio da administração de levotiroxina, um hormônio sintético que substitui a falta dos naturais.

Além dos medicamentos, é preciso adotar um estilo de vida saudável, que inclui praticar regularmente exercícios e manter uma alimentação equilibrada e nutritiva, com foco em alimentos ricos em iodo, selênio e zinco, essenciais para a função tireoidiana.

Hipertireoidismo

Ao contrário ao hipotireoidismo, quando há um aumento não controlado da produção dos hormônios T3 e T4, a condição é chamada de hipertireoidismo. Esse excesso afeta o metabolismo do corpo, ocasionando sintomas como perda de peso, aumento do apetite, ansiedade, irritabilidade, sudorese, palpitações, exoftalmia (projeção dos olhos), entre outros sintomas.

O diagnóstico também é feito com a dosagem dos hormônios que regulam a tireoide. Exames de imagem, como a ultrassonografia, também podem mostrar a glândula alterada, normalmente sem nódulos, com aumento do fluxo sanguíneo e de sua velocidade.

No hipertireoidismo, o tratamento pode incluir medicações para reduzir a produção de hormônio tireoidiano, terapia com iodo radioativo e cirurgia para retirada da tireoide, tudo depende das características e causas da doença.

Para controle da exoftalmia, o ideal é encaminhar o paciente tanto a um endocrinologista quanto a um oftalmologista. Eles controlarão os níveis hormonais e analisarão as estruturas dos olhos, a fim de indicar a aplicação de colírios e pomadas lubrificantes que reduzem qualquer desconforto ocular.

Síndrome de Cushing

A síndrome de Cushing é uma condição rara caracterizada pelo excesso dos níveis de cortisol no organismo por um período prolongado, resultando em sintomas como ganho de peso, acúmulo de gordura na região abdominal e face, desenvolvimento de estrias roxas na pele, fadiga, irregularidade menstrual e pressão arterial elevada.

A causa mais comum da doença é o uso prolongado de corticoides (em forma de comprimidos, cremes ou injeções para o tratamento de doenças inflamatórias), assim como pelo surgimento de tumores nas glândulas hipófises ou adrenais, que produz em excesso o cortisol — hormônio do estresse.

O diagnóstico é feito por meio de avaliação médica minuciosa, exames laboratoriais e de imagem. Nos exames de sangue, é possível medir o nível de cortisol no sangue, já a ressonância magnética ou a tomografia computadorizada podem ser feitas para identificar possíveis tumores nas glândulas suprarrenais ou na pituitária.

Caso a doença seja causada pelo uso excessivo de corticoides, a redução da dose ou a interrupção do medicamento é fundamental. Se for devida a tumores nas glândulas, a cirurgia para remoção pode ser indicada. Em algumas situações, a radioterapia ou a utilização de remédios para inibir a produção de cortisol podem ser recomendados.

Doença de Addison

É uma doença crônica rara que atinge tanto crianças como adultos e acontece quando a glândula adrenal ou a suprarrenal, que ficam acima dos rins, não produzem adequadamente os hormônios cortisol e aldosterona, responsáveis por controlar a pressão arterial e o estresse e diminuir inflamações.

A deficiência desses hormônios no organismo pode provocar pressão baixa ou tontura ao se levantar, sensação de cansaço, fraqueza, desidratação, dores musculares e insuficiência renal. A doença pode acometer pessoas de qualquer idade, homens ou mulheres, sendo ocasionada por vários fatores, como uso prolongado de remédios, infecções ou doenças autoimunes.

O diagnóstico envolve uma avaliação dos sintomas do paciente e um histórico médico completo, além de testes de laboratório para avaliar a existência de altas concentrações de hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), baixas concentrações de cortisol no plasma e os níveis de sódio, potássio e cortisol no sangue.

Além disso, o tratamento da doença de Addison depende da causa, mas é normalmente feito com a suplementação de alguns hormônios, como hidrocortisona, por exemplo, que podem ser tomados via oral ou intravenosa.

Acromegalia

Essa doença rara é provocada pela produção excessiva do hormônio do crescimento (GH) na vida adulta e de uma proteína chamada IGF-1. Na maioria dos casos, essa produção está relacionada à presença de tumores benignos na hipófise, glândula localizada em uma cavidade óssea que fica na base do cérebro.

A principal característica da acromegalia é o crescimento exagerado das extremidades do corpo como mãos, pés e nariz, mas ela também pode gerar impactos metabólicos e desenvolver outras condições, como diabetes, hipertensão arterial, aspereza das características faciais, sudorese e alterações respiratórias e cardiovasculares.

A suspeita da doença pode ser confirmada por meio de exames clínicos e laboratoriais, que medem os valores dos níveis de GH e IGF-1 no sangue. Quando o diagnóstico é determinado, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética são exames que ajudam a detectar a presença de tumores na hipófise ou em outros locais do corpo.

A principal forma de tratamento é a cirúrgica, para remoção do tumor. Caso os níveis hormonais não voltem ao normal após o procedimento, é preciso manter o tratamento medicamentoso. Vale destacar que, nos últimos anos, o uso do fármaco octreotide tem sido a alternativa mais prescrita no tratamento da doença.

Dislipidemia

Popularmente conhecida como colesterol alto, a dislipidemia é reconhecida pela presença de níveis elevados de gordura no sangue, apresentando um alto risco cardiovascular, já que a gordura se acumula nas paredes das artérias, o que pode levar à obstrução do fluxo sanguíneo que chega ao coração e ao cérebro.

Entre as principais causas do problema, estão o consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas e hidrogenadas, excesso de açúcar, sedentarismo, obesidade e histórico familiar. Vale lembrar que a dislipidemia não apresenta sintomas, por isso é necessário realizar exames laboratoriais para medir os níveis de colesterol total, LDL, HDL e triglicerídeos.

O tratamento é feito com medicamentos que diminuem os níveis de colesterol, associado a mudanças no estilo de vida, que incluem a adoção de uma alimentação equilibrada, prática de atividades físicas regular, parar de fumar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

Obesidade

A obesidade é uma doença crônica que tem evoluído de forma acelerada em todo o mundo nos últimos anos. Dados do Ministério da Saúde apontam que a condição atinge 6,7 milhões de pessoas no Brasil, sendo considerada um problema de saúde pública de causa complexa que abrange aspectos genéticos, sociais, culturais e ambientais.

Trata-se do acúmulo de gordura no corpo e do aumento de peso, originado, na maioria das vezes, pelo desequilíbrio energético, quando o indivíduo consome mais energia do que gasta, o que resulta em ganho de peso. Dessa forma, a condição consiste em um problema de saúde pública, constituindo importante fator de risco para desenvolvimento e agravamento de outras patologias.

Dentre as alterações metabólicas associadas à obesidade incluem as dislipidemias, resistência à insulina, diabetes de tipo 2 (diabetes do adulto), síndrome metabólica, hipertensão arterial, problemas cardiovasculares, inflamação e trombose.

O tratamento engloba, muitas vezes, a utilização de medicamentos direcionados ao padrão alimentar do paciente, além de orientação nutricional, prática de atividades físicas, melhoria da qualidade do sono e tratamento de comorbidades relacionadas ao excesso de peso. Vale destacar, nesse caso, que a perda de peso permite uma melhora na saúde com consequente aumento na qualidade de vida.

Síndrome dos Ovários Policísticos

Também conhecida pela sigla SOP, a Síndrome do Ovário Policístico é um distúrbio endócrino que provoca variação dos graus de hormônios, que leva à formação de cistos nos ovários, ou seja, pequenas bolsas que contêm material líquido ou semissólido que fazem com que os ovários aumentem de tamanho.

A doença se caracteriza pela menstruação irregular, alta produção de testosterona (hormônio masculino), crescimento de pelos faciais e corporais, acne, infertilidade e ganho de peso. Geralmente, o diagnóstico é realizado por meio de exames de sangue, como a medição de níveis de TSH e T4 livre, assim como por exames de imagem, como ultrassom abdominal e transvaginal.

Infelizmente, ainda não se conhece a causa específica da SOP, mas sabe-se que grande parte das mulheres apresentam problemas hormonais, como excesso de produção de insulina pelo pâncreas, e outras possuem complicações nas glândulas hipotálamo, hipófise e adrenais, produzindo maior quantidade de hormônios masculinos.

Antes de pensar em uso de medicamentos, é essencial saber que o principal tratamento para a síndrome é a adoção de hábitos de vida mais saudáveis, como exercícios físicos e dieta balanceada. Além disso, reforce ao paciente sobre a necessidade do acompanhamento médico contínuo para verificar a evolução da doença, de preferência um ginecologista.

Feocromocitomas

O feocromocitoma é um tipo de tumor raro que atinge a glândula suprarrenal e produz e libera catecolaminas — são neurotransmissores e hormônios circulantes, controladores do sistema nervoso central e autônomo, sendo os mais comuns dopamina, epinefrina e norepinefrina.

Os portadores dessa doença endócrina apresentam sintomas como aumento da pressão arterial, dor de cabeça, sudorese e taqui­cardia. Como os sintomas são comuns a várias condições, o diagnóstico da doença tende a ser mais difícil. Assim, muitos pacientes recebem a confirmação da patologia acidentalmente por meio de exames de imagens, solicitados por queixas não relacionadas.

É importante, portanto, sugerir a realização de exames genéticos para identificação da mutação, permitindo o rastreamento genético familiar, o monitoramento e a retirada do tumor antes do seu desenvolvimento. Embora benigno, esse tipo de tumor necessita de cirurgia, já que raramente ele responde ao tratamento de quimioterapia ou radioterapia.

Quais são os principais riscos das doenças endócrinas para a saúde?

Da diabetes à obesidade, existem diversas doenças que podem ser causadas pelas disfunções endócrinas e, para tratar essas patologias, é essencial saber identificar adequadamente a doença e determinar qual as técnicas mais adequadas para lidar com cada situação.

Embora alguns distúrbios metabólicos resultem em uma série de sintomas e características, alguns pacientes não observam os sintomas típicos, mas apenas aqueles genéricos. Ou seja, elas podem ser confundidas com outras patologias associadas, por isso a importância de realizar uma avaliação minuciosa e, se necessário, encaminhar os pacientes ao endocrinologista.

Vários hormônios, como tiroxina, cortisol e androgênio também afetam as funções do sistema nervoso central. Nesse caso, levando em conta que muitas doenças endócrinas são crônicas e que elas possuem implicações relevantes sobre a saúde mental, os pacientes, em geral, concedem o estado de depressão ou de ansiedade às suas condições e devem procurar ajuda profissional em busca de soluções para os sintomas.

Portanto, algumas doenças podem exigir um tratamento terapêutico e um acompanhamento médico até ao final da vida, o que não significa que o paciente não terá qualidade de vida e bem-estar.

É possível prevenir as doenças endócrinas?

Primeiramente, é necessário perceber que existem muitos fatores que interferem no sistema endócrino, como é o caso da genética, dos hábitos de vida e, até mesmo, dos componentes presentes no ambiente externo. Há vários aspetos que não conseguimos controlar e que podem funcionar como desreguladores endócrinos, os quais podem provocar um distúrbio endócrino, de certo modo inevitável.

Ainda assim, os especialistas atestam que a prática de um estilo de vida saudável, caracterizado por uma alimentação saudável, pela prática de atividade física e por uma rotina de sono adequada, por exemplo, pode prevenir algumas das doenças endócrinas mais frequentes.

Portanto, embora as condições endócrinas não possam ser completamente evitadas, a adoção de bons hábitos de vida pode ser um passo decisivo para reduzir significativamente os riscos de elas se desenvolverem.

Quais os cuidados e tratamentos em geral?

Como observamos no decorrer do artigo, o tratamento dos distúrbios hormonais envolve uma abordagem médica especializada. O endocrinologista é o profissional responsável por avaliar os sintomas, solicitar exames específicos e indicar o tratamento mais adequado, que pode envolver medicamentos, terapia hormonal ou, em alguns casos, cirurgias.

Embora algumas enfermidades tenham componentes genéticos, adotar um estilo de vida saudável pode reduzir os fatores de riscos e ajudar a manter o sistema endócrino em equilíbrio. Sendo assim, é importante estar atento às particularidades das doenças e incentivar os pacientes a procurar ajuda médica quando necessário, de modo a garantir um acompanhamento adequado e capaz de fazer a diferença no controle, tratamento e combate destas patologias.

É importante destacar também que as intervenções tardias em distúrbios metabólicos podem resultar numa menor eficácia do tratamento, além da redução da qualidade de vida dos doentes, da diminuição da expectativa de vida, da gestão de fármacos e em mais consultas e procedimentos.

Por isso, é fundamental que os profissionais compreendam que a disfunção de uma só glândula consegue desregular o funcionamento de todo o organismo humano, podendo provocar diversos sintomas e problemas de saúde. Nesse caso, ampliar seus conhecimentos médicos na área com uma pós-graduação em Medicina pode fazer toda diferença.

Lembre-se de que, ao diagnosticar uma doença de forma precoce, é possível garantir a qualidade do tratamento e aumentar as possibilidades de viver com maior qualidade de vida. Portanto, fique atento aos sinais, cuide dos seus pacientes e saiba que a manutenção do equilíbrio hormonal é uma peça-chave para uma saúde endócrina eficaz.


E então, gostou do nosso conteúdo sobre as doenças endócrinas?

Como você pôde perceber, as doenças endócrinas podem afetar significativamente a qualidade de vida e a saúde, uma vez que o corpo humano é uma máquina complexa que requer cuidado e atenção. Conhecer suas causas, sintomas, métodos de diagnóstico e tratamentos é crucial para uma abordagem eficaz no tratamento de pacientes e na prevenção dessas condições.

Neste guia completo, fornecemos as principais informações sobre os distúrbios metabólicos, a fim de apoiar profissionais de saúde e médicos generalistas a lidarem da melhor forma possível com essas condições. Esperamos que tenha gostado e tirado suas principais dúvidas a respeito!

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