A preocupação com a saúde e a aparência sempre foi um tema muito valorizado pela maioria das pessoas, especialmente em tempos como os de hoje, nos quais os elevados índices de estresse e o consumo de alimentos processados e industrializados vêm minando nosso organismo. Por isso, conhecer dicas de alimentação para preservar a saúde e manter a boa forma pode ser muito interessante.
O fato é que por meio de experimentações práticas e de pesquisas sérias em meios acadêmicos, novas abordagens e práticas alimentares vêm sendo adotadas e os resultados variam de acordo com as escolhas e o grau de comprometimento de cada um. Confira o conteúdo a seguir e aprenda um pouco mais sobre esse tema!
1. Dieta Hipocalórica
A dieta hipocalórica ou restritiva de calorias, popularmente chamada de Low Carb, leva esse nome por sua composição, que privilegia pratos com baixos teores de carboidrato, fonte principal energética para o organismo. Esse nutriente, embora seja fundamental para o metabolismo, vem sido apontado como o grande vilão do plano alimentar de pessoas que desejam perder peso rapidamente ou que esperam melhor definição muscular.
Em linhas gerais, essa é a escolha que apresenta uma maior quantidade de proteínas do que a de carboidratos no plano alimentar. A lógica para chegar a essa conclusão é que, quanto menores forem as quantidades de insulina liberadas após uma refeição, menor será o acúmulo de tecido adiposo no organismo da pessoa. Esse raciocínio ocorre porque esse é um hormônio que favorece a lipogênese no organismo e acontece de forma mais intensa quando consumimos pães, macarrão, farinha de trigo, batata, arroz, frutas em geral, açúcares e alimentos do gênero.
Sendo assim, estão fora do cardápio pizzas, biscoitos, bolos e pratos prontos, por exemplo. Se em dietas sem restrição o percentual de carboidratos varia entre 50% a 60% das calorias totais, cerca de 300 gramas por dia, na Low Carb esse valor costuma oscilar entre 20g e 80g, que são quantidades muito restritivas quando comparadas à recomendação usual. Um dos pontos positivos é a perda rápida de peso e a chance de comer praticamente de tudo em termos de proteínas. No entanto, é essencial contar com acompanhamento nutricional, pois ela pode causar tontura, dor de cabeça, sensação de fraqueza e intestino preso.
2. Dieta Hiperproteica
A dieta hiperproteica, conhecida pelo nome de dieta Paleo, leva esse nome em função do período paleolítico, no qual ela se baseia. A ideia é tentar seguir a alimentação que era comum na época do “homem das cavernas”, ou seja, apenas ingerir aquilo que possa ser caçado, pescado ou colhido. O conceito é corroborado por pesquisas que apontem que esses indivíduos eram muito mais saudáveis.
Sendo assim, estaria liberado comer alimentos como carnes em geral, ovos, nozes e castanhas, frutas, legumes, vegetais e ervas. Já pratos prontos, artigos industrializados e bebidas gaseificadas, por exemplo, estão terminantemente proibidas. Fora a perda de peso, os adeptos defendem que essa escolha reduz os riscos de diabetes e doenças cardiovasculares. Uma das razões do seu sucesso é que esse plano alimentar estimula seus adeptos a comprarem menos comidas processadas e apostar mais em frutas, legumes e vegetais, conferindo alguma flexibilidade de escolha e grande variedade de alternativas.
Além disso, são alternativas boas para as finanças, pois custam menos que alimentos prontos. Já o lado negativo é que parecem faltar evidências científicas para comprovar esses benefícios. Também há um fator agravante para os vegetarianos, pois o consumo de proteínas oriundas de carne animal tende a ser elevado, potencializando os riscos de uma eventual deficiência nutricional dos adeptos.
3. Dieta "South Beach"
A dieta "South Beach" tem esse nome por ter sido popularizada, em um primeiro momento, entre os moradores e as estrelas de cinema que vivem nessa badalada praia dos Estados Unidos. O seu conceito prega apostar em um baixo índice glicêmico e o seu desenvolvimento foi, originalmente, para pacientes com problemas cardíacos.
O cardápio segue, por incrível que pareça, os princípios mais básicos da boa alimentação, priorizando alimentos saudáveis como frutas, legumes, verduras e cortes magros de carne. Nenhum grupo alimentar é eliminado e o plano é dividido em diferentes etapas, na qual os carboidratos são mais restringidos apenas na fase inicial. As primeiras duas semanas são as mais difíceis.
No entanto, depois disso, ter uma alimentação equilibrada e com os nutrientes necessários para manter a boa saúde é uma excelente alternativa, sobretudo para quem não come bem ou consome lanches de fast-foods com alguma frequência.



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