Aposentadoria médica: tire suas principais dúvidas

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Pensar na aposentadoria médica está entre as principais dicas de organização financeira para médicos, pois é fundamental para desfrutar de uma velhice com segurança financeira. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de longevidade do brasileiro é de 75,5 anos, ou seja, a população está vivendo mais, o que requer um planejamento para que você possa se aposentar e manter um padrão de vida adequado ao longo dos anos.

Há diferentes possibilidades de aposentadoria para médicos, sendo que cada uma delas atende a diferentes necessidades e perfis de carreira. No entanto, é comum que surjam algumas dúvidas sobre as opções disponíveis para os profissionais de saúde. Já está pensando no seu futuro? Preparamos este post com tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!

Qual a importância de planejar a sua aposentadoria médica?

Muitos profissionais deixam para pensar na sua aposentadoria apenas quando já estão próximos de encerrar suas carreiras, o que pode resultar em dificuldades financeiras futuras.

Embora os médicos tenham uma trajetória profissional longa, trabalhando em média até os 60 e 70 anos de idade, se preocupar com essa questão desde o seu ingresso no mercado de trabalho é crucial para ter conforto na melhor idade.

Veja, a seguir, qual é a importância dessa iniciativa.

Estabilidade financeira

O planejamento da aposentadoria permite que o médico tenha uma renda estável na velhice, independentemente de optar por continuar trabalhando ou não. Ao investir na previdência privada, por exemplo, pode garantir um fluxo constante de renda para cobrir as suas despesas mensais, cuidados com a saúde e demais necessidades financeiras, sem depender unicamente da aposentadoria oficial do governo.

Idosos podem ter gastos extras, como o uso de medicamentos contínuos e alimentação especial. A estabilidade financeira auxilia você a lidar com esses gastos sem comprometer a sua qualidade de vida.

Manutenção do padrão de vida

Ter uma renda que supra as suas demandas básicas e desejos pessoais colabora para a manutenção do seu padrão de vida quando você sai do mercado de trabalho. Assim, pode seguir usufruindo de atividades de lazer, viagens e experiências que proporcionam satisfação pessoal e bem-estar.

Além disso, é possível escolher opções de moradia convenientes e acessíveis, investir em cuidados de saúde preventivos, e participar de atividades sociais e culturais, preservando a sua interação com a comunidade em que vive durante a aposentadoria médica.

Liberdade de escolha

Conforme já mencionamos, há médicos que continuam trabalhando até os 70 anos de idade. Se você tem uma perspectiva de aposentadoria, com um valor alinhado às suas necessidades, poderá escolher quando deseja se aposentar, reduzir a sua carga horária no trabalho ou se dedicar a outras atividades pessoais do seu interesse.

Proteção de patrimônio

Com investimentos diversificados, os médicos podem reduzir riscos e assegurar uma fonte de renda contínua, mesmo em momentos de incerteza econômica. O planejamento previdenciário pode incluir estratégias fiscais eficientes, que otimizam a gestão dos ativos e minimizam a carga tributária, garantindo a preservação do patrimônio para o futuro.

Qual é a idade para a aposentadoria para médicos?

Os médicos no Brasil podem se aposentar de acordo com as mesmas regras gerais que incidem sobre outros trabalhadores. Isso significa que, para homens, a idade para aposentadoria é 65 anos, enquanto para mulheres é 62 anos. Eles também precisam ter contribuído para a previdência social por pelo menos 15 anos para receber os benefícios.

Em certas situações, no entanto, há exceções às regras gerais de aposentadoria. Uma delas é a aposentadoria especial, pela qual os profissionais da saúde podem se aposentar na faixa dos 50 anos, com contribuição mínima de 15, 20 ou 25 anos.

Quem trabalha em hospital pode se aposentar antecipadamente?

Você tem dúvidas se o fato de trabalhar em um hospital pode possibilitar uma aposentadoria médica antecipada? A resposta para esse questionamento depende do setor em que o médico trabalha, pois ser empregado em uma instituição hospitalar, por si só, não influencia no cálculo da idade para se aposentar.

Já quem atua em áreas geram riscos para a sua saúde pode se aposentar mais cedo, conforme veremos detalhadamente mais adiante.

Quais são os tipos de aposentadoria pelo INSS para médicos

Devido às diferentes formas em que o médico pode exercer a sua profissão, como ser servidor público ou empreendedor, há diferentes tipos de aposentadorias aos quais você pode recorrer para ter uma velhice tranquila.

As modalidades de aposentadoria oferecidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) variam conforme o seu tempo e condições de trabalho. Acompanhe, abaixo, quais são as opções disponíveis para essa categoria profissional.

Aposentadoria por idade

Essa alternativa segue os mesmos critérios básicos para todos os trabalhadores brasileiros, definindo uma idade mínima e tempo de contribuição ao INSS.

Os homens podem se aposentar aos 65 anos, enquanto as mulheres podem solicitar o benefício aos 62 anos. Além de atingir a idade estipulada, é necessário comprovar pelo menos 15 anos de contribuições ao sistema previdenciário.

A quantia a ser recebida é calculada com base na média dos salários de contribuição a partir de julho de 1994. O valor inicial será de 60% da média, com acréscimo de 2% por ano adicional de contribuição acima de 20 anos para homens e 15 anos para mulheres.

A aposentadoria por idade para médicos traz diversas vantagens. Uma das principais é a estabilidade financeira que ela oferece, permitindo que o profissional se retire da vida ativa com uma renda fixa, o que contribui para uma fase mais sossegada após anos de trabalho árduo.

No entanto, há alguns pontos negativos a serem considerados. O valor do benefício pode ser mais baixo em comparação com outras modalidades, como a aposentadoria especial.

Ademais, a idade mínima de 65 anos para o público masculino e 62 anos para o feminino pode ser considerada elevada para alguns profissionais, especialmente para aqueles que desejam se aposentar mais cedo.

Aposentadoria por tempo de contribuição

Na aposentadoria por tempo de trabalho, o profissional de Medicina pode se aposentar depois de cumprir um período mínimo de contribuições ao INSS. Os homens devem contribuir por 35 anos e as mulheres por 30 anos.

Além do tempo específico de contribuição, as regras de transição possibilitam que a aposentadoria médica aconteça mais cedo, mesclando idade com o tempo de trabalho. Essas regras têm o objetivo de contemplar aqueles que estavam próximos de se aposentar quando houve mudanças na legislação previdenciária em 2019, para uma transição mais suave para a aposentadoria.

Uma das regras de transição é a "regra de pontos", em que o profissional se aposenta ao atingir uma pontuação específica, calculada como a soma da idade com o tempo de contribuição. Por exemplo, em algumas situações, a pontuação mínima exigida pode ser de 86 para mulheres e 96 para homens. À medida que a soma entre os dois fatores atinge o valor exigido, o médico pode solicitar a aposentadoria.

Os cálculos do benefício consideram a média dos salários de contribuição, e podem englobar o Fator Previdenciário, que se baseia na idade e a expectativa de vida para determinar o valor final da aposentadoria.

A grande vantagem dessa opção é que você pode se aposentar mais cedo, podendo desacelerar o seu ritmo de trabalho. Mas, como ela é determinada a partir do Indicador Previdenciário, o salário pago costuma ser mais baixo.

Aposentadoria especial

Dependendo da área em que atua, o médico pode estar exposto a agentes nocivos para a sua saúde, como radiação, substâncias tóxicas, agentes patogênicos (vírus e bactérias), ruídos excessivos e demais condições adversas. Algumas das especializações que se enquadram nessa categoria são: Histopatologia, Medicina Laboratorial, Radiologia e Cirurgia.

Os profissionais que trabalham nessas condições têm direito à aposentadoria especial do médico, cuja a idade e tempo de contribuição são determinados por níveis de risco. São eles:

  • área de alto risco: permite a aposentadoria a partir de 55 anos de idade e 15 anos atuando na atividade especial;
  • área de médio risco: define o benefício para profissionais com no mínimo 58 e 20 anos de exposição ao agente nocivo;
  • área de baixo risco: contempla os médicos a partir de 60 anos e 25 anos de trabalho especial.

Como a atuação de risco é comprovada?

O médico só poderá se aposentar pela modalidade especial se comprovar que realmente ficou exposto a elementos perigosos para a sua saúde. Esse processo é feito por meio de documentos específicos, como o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e o Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT). O PPP atesta as condições insalubres e é preenchido com base nas informações presentes no LTCAT.

Em situações em que a empresa onde você trabalhou não existe mais ou há dificuldade em obter o PPP, há a alternativa de recorrer a laudos similares ou buscar uma perícia técnica para comprovação. O INSS pode solicitar cópias desses documentos durante o processo de requerimento do benefício.

Para períodos trabalhados antes de abril de 1995, a Carteira de Trabalho e Previdência Social pode ser suficiente para confirmar o contato com agentes nocivos, desde que a atividade esteja listada como especial pela legislação da época. Após essa data, é necessário apresentar evidências adicionais, como o PPP e o LTCAT.

O médico pode continuar atuando profissionalmente?

A aposentadoria especial beneficia o médico por oportunizar a sua retirada antecipada do mercado de trabalho, além de preservar a sua saúde. Você não pode seguir atuando profissionalmente na mesma área em que se aposentou.

A carreira médica só pode ter continuidade se o profissional desenvolver atividades que não o deixe exposto a condições perigosas. Inclusive, segundo a Lei nº 8.213/1991, quem for flagrado trabalhando nos mesmos termos após se aposentar pode ter o seu benefício cancelado.

Quais são os outros tipos de aposentadoria?

As possibilidades de aposentadoria médica não se restringem aos benefícios do INSS, pois há outras opções que oferecem ganhos maiores. Conheça quais são elas e as suas respectivas características.

Aposentadoria vinculada a órgãos públicos

Os médicos que trabalham em instituições de saúde públicas estão sujeitos ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). Os critérios e formas de contribuição variam se você trabalhar para o município, estado ou país.

Vale ressaltar que nessa categoria existe a aposentadoria compulsória, o que significa que o trabalhador é aposentado ao completar a idade limite para continuar trabalhando no setor público, ainda que não se enquadre em todos os requisitos para solicitar a aposentadoria no modo voluntário.

É comum que alguns órgãos públicos adquiram regimes de previdência complementar, com o intuito de aumentar o benefício pago ao médico servidor, o ajudando a equilibrar as suas contas.

Aposentadoria de previdência privada

Para os profissionais liberais, médicos autônomos, ou que desejam complementar a sua renda, existe a aposentadoria de previdência privada, que é dividida entre a categoria aberta e fechada. A abertura pode ser acessada por qualquer pessoa interessada, sendo normatizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e gerenciada pelos bancos.

Já a fechada é voltada apenas para os membros de uma instituição e controlada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). A sua adesão é mais comum em associações de classe. Assim, se você pertence a uma associação médica, um plano de previdência privada fechada pode ser uma alternativa interessante para se aposentar.

Tipos de previdência privada

Os tipos de previdência privada incluem duas modalidades principais: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Ambas as opções são oferecidas por organizações financeiras e têm suas especificidades.

O PGBL é um plano complementar que permite benefícios fiscais. Ao investir neste plano, o contribuinte pode deduzir até 12% de sua renda bruta anual na declaração completa de Imposto de Renda (IR). No entanto, o IR será pago posteriormente sobre o total do valor investido ao longo do tempo, mas apenas quando o resgate ou recebimento de benefícios for realizado.

Embora se pareça com o PGBL, o VGBL se diferencia por não oferecer o benefício fiscal de dedução do IR. Em vez disso, a tributação incide apenas sobre os rendimentos gerados pelo plano, sem afetar o valor total investido. Isso pode ser uma opção mais adequada para aqueles que não declaram o Imposto de Renda de forma completa ou que preferem uma abordagem diferente de tributação.

Investimentos

A previdência também oferece investimentos, franquias, imóveis, ações e fundos imobiliários, que ajudam os médicos a aumentar o seu capital na terceira idade.

Esses investimentos permitem diversificar a carteira e oferecer proteção contra a volatilidade do mercado. Um consultor financeiro pode ajudar a definir uma estratégia de investimentos adequada ao perfil e objetivos de cada médico, levando em conta fatores como tolerância ao risco e perspectiva de tempo.

Seguro de vida resgatável

Trata-se de uma modalidade de seguro que combina proteção financeira com a possibilidade de resgate de parte do valor investido. Apesar de sua rentabilidade ser relativamente baixa, ela pode ser útil para quem busca um mecanismo de segurança em situações de imprevistos que impeçam o exercício da profissão médica.

Por exemplo, se ocorrer uma lesão que leve à interrupção temporária das atividades, o seguro pode fornecer uma indenização para cobrir despesas enquanto o médico se recupera.

No entanto, é preciso destacar que resgatar parte do valor durante o período do seguro pode impactar negativamente a rentabilidade acumulada ao longo do tempo. Portanto, essa opção deve ser cuidadosamente considerada no planejamento financeiro, equilibrando a necessidade de liquidez com o impacto nas condições futuras do seguro.

Quantas aposentadoria um médico pode ter?

Você sabia que no Brasil um médico pode ter até três aposentadorias? Isso depende dos diferentes regimes previdenciários aos quais ele contribuiu ao longo de sua carreira.

A justificativa para isso está no fato de o país possuir tanto o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), direcionado a trabalhadores com carteira assinada, quanto os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), voltados para servidores públicos.

Os RPPS são divididos em níveis federais, estaduais e municipais. Com isso, um médico que trabalha para o estado e para a União e ainda tem atuação em entidades privadas pode, potencialmente, acumular até três aposentadorias diferentes.

Considere um médico que trabalha em um hospital municipal, contribuindo para o RPPS do município, ao mesmo tempo em que atua em um hospital estadual, pagando o RPPS do estado.

Além disso, ele pode exercer sua função em uma clínica ou hospital privado, contribuindo para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Desde que atenda aos requisitos de cada regime previdenciário, ele poderá se aposentar em todos eles, acumulando assim até três aposentadorias distintas.

Como planejar a sua aposentadoria?

Quanto mais cedo você começar a pensar na sua aposentadoria, mais facilidade e segurança terá para alcançar os seus objetivos financeiros, tendo uma vida confortável ao parar de trabalhar. Aprenda como planejar a sua aposentadoria desde agora.

Avalie os benefícios de aposentadoria

É fundamental que você avalie cuidadosamente os benefícios de aposentadoria médica oferecidos por diferentes empregadores. Cada instituição pode ter planos de previdência com particularidades distintas, sejam elas relacionadas a taxas de contribuição, tempo de serviço ou até mesmo vantagens adicionais. Comparar essas opções simplifica a escolha do melhor caminho para um futuro financeiramente estável.

Ao tomar decisões informadas sobre os planos de previdência, o médico pode direcionar seus esforços profissionais com mais eficiência, o que compreende a seleção de locais de trabalho que ofereçam benefícios mais vantajosos ou oportunidades de crescimento profissional alinhadas a seus objetivos de aposentadoria.

Você pode descobrir, por exemplo, que um hospital estadual oferece um plano de previdência com benefícios adicionais, como assistência médica suplementar e um plano de aposentadoria mais vantajoso. Comparando essa opção com outras instituições em que trabalha, você pode decidir dedicar mais horas de trabalho nesse hospital para maximizar suas contribuições e garantir uma aposentadoria mais generosa.

Conte com o suporte de uma assessoria financeira

Os profissionais que têm dificuldades para gerenciar assuntos relacionados à aposentadoria podem buscar um consultor financeiro para planejar esse processo. O especialista pode criar uma estratégia personalizada, levando em consideração as características da carreira médica, como renda variável ou múltiplas fontes de receita.

Dessa maneira, você pode definir metas claras e realistas para a sua aposentadoria médica e ajustar seu plano conforme necessário ao longo do tempo. Esse suporte também pode contribuir para o esclarecimento de dúvidas sobre investimentos ideais para médicos.

Considere investimentos e contribuições adicionais

Tenha em mente que você não precisa se limitar às contribuições obrigatórias para regimes tributários, uma vez que pode expandir as alternativas de aplicações e maximizar a sua renda na velhice.

Investir em fundos de investimento, previdência privada ou até mesmo em planos de aposentadoria voluntários pode diversificar sua carteira e potencialmente gerar retornos mais altos.

Ademais, ao realizar contribuições adicionais para planos de aposentadoria, como PGBL ou VGBL, você pode aproveitar os benefícios fiscais disponíveis nesses planos, enquanto assegura um fundo maior para a aposentadoria.

Diversifique as suas atividades profissionais

Em quantos locais você trabalha atualmente? Se o seu objetivo é ter uma situação financeira privilegiada quando chegar a hora de se aposentar, pode fazer isso diversificando as suas atividades profissionais.

Atuar em diferentes setores, como instituições públicas e privadas, permite ao médico contribuir para distintos regimes previdenciários, "engordando" a sua aposentadoria. Essa abordagem também oferece mais flexibilidade na carreira e a oportunidade de acumular benefícios de diferentes fontes.

Contribua regularmente

A contribuição regular para os sistemas de previdência aos quais você está filiado é imprescindível para manter um histórico consistente de pagamentos, acumulando os direitos necessários para se aposentar, seja em regimes públicos ou privados.

Planeje as suas contribuições com atenção, garantindo que todas elas sejam pagas de forma pontual e consistente. Também é recomendado ficar de olho nas atualizações das normas previdenciárias para acompanhar as mudanças que possam impactar nas suas contribuições e direitos futuros.

Planeje a transição para a aposentadoria

Não é apenas a questão financeira que deve ser levada em conta. É importante também planejar a transição de uma rotina de trabalho intensa para um período de maior tranquilidade, a fim de aproveitar plenamente a aposentadoria.

Fazer uma mudança gradual ajuda na manutenção do equilíbrio entre carreira médica e vida pessoal, proporcionando tempo para que você se dedique a projetos pessoais e demais atividades do seu interesse.

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A aposentadoria médica é um marco na vida de todo profissional da saúde, representando a recompensa de anos de trabalho árduo. Ao planejar essa etapa com antecedência, o médico pode estabelecer uma gestão mais eficiente de suas finanças e uma estabilidade econômica sólida para o futuro.

Dessa forma, você terá condições de suprir todas as suas necessidades, além de ter a opção de parar de trabalhar totalmente ou reduzir a sua carga de trabalho para descansar sem preocupações com dinheiro.

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